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PR, sentenças, remoques e conselhos

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Cavaco Silva, largou o faceboock para «lembrar a alguns políticos que quando falam de certos assuntos devem estudá-los primeiro» e, em tom de mestre-escola, certamente em exercício de autocrítica, insistiu que «devem estudar a Constituição, o que dizem as leis, como é que as leis foram aprovadas», o que parece não ter feito ao aprovar Orçamentos de Estado inconstitucionais. Em frenesim partidário afirmou: «notei, por algumas declarações que foram feitas, que alguns políticos até nem sabiam que a lei que tinha aprovado em 1999 a data das eleições tinha sido imposta pelo PS, com o PCP e com o partido Os verdes, contra a opinião do PSD e do CDS-PP», voto que não perdoa, contra a coligação que patrocina. Como é que o homem que nunca se engana, esqueceu a promessa de antecipar eleições antecipadas, em Julho de 2013, coincidindo com o fim do memorando de entendimento, caso o PS aceitasse capitular perante a coligação de que se fez porta-voz? A amnésia seletiva conduziu-o a fazer decl...

O MURO DE BERLIM NA VERSÃO DO PCP

http://www.avante.pt/pt/2136/internacional/132905/

O PR e a magistratura de influência

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Gostava que Cavaco Silva terminasse o mandato com dignidade e também que o tivesse assim desempenhado. Talvez um dia se saiba o que o tolhe ou o que o determina quando aparece a fazer prova de vida e, sobretudo, se as pessoas que fizeram de Passos Coelho PM, são capazes de influenciar as suas decisões. Em Julho de 2013, Cavaco admitia convocar eleições antecipadas para um ano depois, coincidindo com o fim do memorando de entendimento, na ilusória tentativa de salvar o PSD e liquidar o PS, numa aparente decisão de iniciativa própria e sem pressões alheias. Agora, numa entrevista agendada no Expresso, manifesta intransigência, na sequência da proclamação feita por Passos Coelho. Não se interessa pelo calendário do Orçamento de Estado, que devia ser discutido na AR quando as eleições decorrem, segue apenas os interesses declarados pelo PSD. O país pode esperar, a degradação ética e política do Governo pode prolongar-se, Passos serve perfeitamente para continuar PM e Portas para pr...

Um muro derrubado no Velho Continente e novos desafios...

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Este fim-de-semana é fácil encontrar na Imprensa diversas análises relativas à queda do muro de Berlim e múltiplas interpretações quanto ao seu significado e simbolismo. Não é pertinente chover sobre o molhado. Passar do simbolismo do derrube de uma barreira de betão  que separava um povo à distensão política e militar geradora de uma Paz duradoura que, em primeiro lugar, diz respeito à Europa e foi construída com múltiplos sobressaltos, após as duas grandes guerras do século XX, é um passo audaz, ou melhor, temerário. A efeméride que hoje se comemora serviu a Alemanha unificando-a e dando-lhe poderio, mas não sossegou, nem conciliou, a Europa. O Velho Continente  – enquanto espaço geográfico e civilizacional - continua pejado de ‘cortinas’, a última das quais envolve a Ucrânia.  Vinte e cinco anos depois da queda do muro parece claro que a Europa não conseguiu derrubar todas as barreiras. Se o tivesse feito estendia-se naturalmente do Atlântico aos Urais...

Abdul Aziz Khoja

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G.W. Bush e Abdullah (de mãos dadas) O ministro da Informação e da cultura saudita Abdul Aziz Khoja foi demitido pelo rei Abdullah link . Este é mais um episódio da luta política interna que envolve facções religiosas muçulmanas e, neste caso, relativa à suspensão do canal de televisão Wesal que goza de enorme audiência no mundo árabe. Khoja foi um dos rostos identificados como um sinal de mudança do reino saudita anunciada com a chegada ao trono de Abdullah em 2005 link , sendo referido como possuidor de uma discreta ‘ aura liberal ’. Na realidade, o relativo ‘apagamento’ da Al-Qaeda e a notória ‘ascensão’ do Daesh (Estado Islâmico) continuam a perturbar os equilíbrios político-religiosos em Riad, onde Abdullah é tido como um sunita convicto e radical (wahhabita) que, de acordo com ventos que sopram, tenta difundir - para o exterior - um (controverso) clima de tolerância.

Pires de Lima mantém-se após a ressaca

Quem se lembra da forma expedita como se demitiu Manuel Pinho, depois dos insólitos corninhos feitos a um deputado da oposição, surpreende-se com a permanência de Pires de Lima no Governo, após o anómalo «sketch», ébrio de humor, feito pelo almocreve de Portas. A exigência ética foi exonerada de um Governo à solta, onde os ministros não sentem o bridão da decência nem o freio da educação, estribados no dorso do PM e nos afagos do PR.

As vaidades, as ambições e o frenesim político

Da toca das vaidades saem coelhos de orelhas arrebitadas em busca da cenoura do novo partido que salvará Portugal. Todos têm um projeto contra os partidos, capaz de salvar o País com o novo. O seu. Saprófitas de partidos a cuja manjedoura se alimentaram, trânsfugas que não suportam o desemprego político, noviços ansiosos de iniciação, serventuários de patrões, avençados de órgãos da comunicação social, que debitavam análises imparciais a favor do poder de turno, encontram-se agora disponíveis para a aventuras de um partido diferente dos que existem, empenhados no combate à corrupção e na salvação da Pátria. Muitos vão morrer no Alcácer Quibir eleitoral. Boa sorte aos que tiverem êxito mas seja qual for a percentagem de eleitores que se incomodarem a votar, 230 deputados enchem 100% do hemiciclo de S. Bento. Compreendo a vergonha de quem votou nos partidos que apoiam o atual Governo e os remorsos judaico-cristãos de quem reconduziu o PR, mas desconfio de quem desistiu de lutar, den...

Frases que honram os autores

«O povo português não fica seguro se Jorge Sampaio for eleito Presidente. Tenho algumas preocupações em colocar o futuro dos meus filhos nas suas mãos». (Aníbal Cavaco Silva ao «Expresso» em 13-01-1996). «Chego sempre à mesma conclusão: se tivermos uma crise política, os portugueses ficariam muito pior». (Cavaco Silva, 10-6-2013, RTP-1, tratando a sintaxe como a Inquisição aos hereges) «Não façam basqueiro», (Pires de Lima para os deputados, AR, 06-11-2014 «Passos Coelho terá um grande lugar na história». (Carlos Moedas, a quem saiu um lugar de comissário na Comissão Europeia, Diário Económico, 08-11-2014)

A morte de um jihadista português

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A morte, para quem acredita na vida, única e irrepetível, é sempre uma perda dramática, mas dou por mim a interrogar-me porque me é indiferente a deste jovem obcecado por «72 virgens e rios de mel doce» que um pregador do ódio lhe prometeu. Como é possível que, condenando a pena de morte, me sinta alheio a esta e ao tormento do terrorista de Deus, o desgraçado que trocou os prazeres da vida pelo ódio à liberdade, à alegria e ao prazer? Quem aprendeu na ditadura a virtude da santidade, do martírio e de outras aberrações, já não tem espaço para respeitar as opções de quem ensandece com uma homilia, se excita com um assassinato e desvaira por uma crença. A morte nunca é sublime. Um cadáver, por melhor aspeto que aparente, vale sempre menos do que um corpo com uma cabeça que ama, pensa e sofre. Na apoteose da demência há sempre quem expire antes da próxima morte que deseja, o percalço de quem se bate por um mito ao serviço de tribos medievais que no primarismo dos seus patriarca...

O ‘vaudeville' [político] não paga taxas, nem taxinhas…

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Pires de Lima , ministro da Economia, ontem, no parlamento terá – segundo alguma imprensa – sido protagonista de uma insólita picardia. Foi a sua clownesca representação sobre ‘taxas’ e ‘taxinhas’ link que endereçou a um presumível ‘transviado’, António Costa, por sinal não presente na plateia (não exerce funções parlamentares). Numa dicção ao estilo de Vítor Gaspar, uma fraca ‘imitação’ e um verdadeiro ‘ inconseguimento ’ quanto ao pretendido efeito ‘irónico’, não tinha pretensões líricas ou teatrais visando simplesmente escamotear a realidade. Disse: “ Só espero que, depois de termos [Governo] resistido ao aumento de taxas, que a Administração Local, aqui na zona de Lisboa, liderada pelo autarca, que é também candidato a primeiro-ministro, o doutor António Costa, quando apresentar o Orçamento da Câmara de Lisboa para 2015, tenha o mesmo poder para resistir às tentações que teve o Governo ”. Esta tirada, ou se quisermos, esta ‘deixa’, revela vários entorses, lapsos e omiss...

Deixei de me admirar

Quando Santana Lopes, com refinada educação, agradeceu a Machado de Assis a oferta de D. Casmurro e lhe desejou o maior sucesso, já o autor do livro, editado pela primeira vez em 1899, era defunto desde 1908. A oferta não era do defunto, era da editora. Quando Sousa Lara, subajudante de ministro da Cultura, vetou «O Evangelho segundo Jesus Cristo», o pio censor de Saramago nunca tinha lido uma só obra do escritor e, pela cultura, tinha apenas no currículo uma cruz de 70 metros, Cruz do Amor, plantada numa herdade alentejana, uma cruz em plástico, para os que desconhecem o referido amuleto. O atual secretário de Estado da Cultura, Barreto Xavier, parece ter ouvido falar de Miró, a quem não atribui valor artístico, apenas porque um exótico banqueiro cuja honestidade lhe valeu uma pulseira eletrónica, no caso BPN, deu em colecionador de arte. Em França, a atual ministra da Cultura, quando foi perguntada sobre a obra de escritor francês Patrick Modiano, prémio Nobel da Literatura des...

Momento de poesia

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E se eu vos disser... E se eu vos disser que me lembro de todas as rugas daquele tempo cavadas no granito e os nos rostos... E se eu vos disser que me lembro da geografia da fome e de todos aqueles para quem a sua miserável pobreza era a sua maior riqueza... E se eu vos disser que ainda ouço a voz das pedras dos caminhos e dos casebres e o crepitar do lume das lareiras nos Invernos, para aquecer o frio e fazer crescer os sonhos... E se eu vos disser que aquele tempo era um tempo sem tempo, apenas para esperar a morte... E se eu vos disser que o mundo nascia e morria ali, porque não havia mais mundos para além das serranias e dos baldios... E se eu vos disser que tudo isto é memória dorida, ferida a sangrar em carne viva que o tempo não alivia... Este era o meu povo, o povo ignorado que não esqueço e que ainda trago na lembrança… Alexandre de Castro Outubro/2014

As frases do novo Bandarra:

«Deixo estas funções [PM] por razões de relevante interesse nacional e num momento em que há condições de estabilidade política e de crescimento económico no nosso país». (Durão Barroso, 05-07-2004, após apresentar a demissão de PM e antes de assumi o cargo de Presidente da Comissão Europeia». "Nenhuma distinção podia dar-me maior satisfação do que esta (...) por significar para mim o reconhecimento do meu país, por significar para mim também que foi correta a decisão que tive de tomar em 2004". (Durão Barroso, 03-11-2014, na cerimónia da condecoração, expiando os remorsos na confusão que fez entre o PR e o País)

O PR e a condecoração a Durão Barroso

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Cavaco manteve o silêncio perante o drama dos portugueses desempregados e não disse uma palavra de censura durante sucessivos escândalos, desde a SLN/BPN ao GES/BES, talvez amargurado com a vergonha que atinge velhos amigos e correligionários. Com a funesta governação, de que é fiador e único sustentáculo, e com as inéditas disfunções institucionais, de que é suposto ser o guardião, finge-se morto ou em retiro espiritual no eremitério de Belém, para emergir do torpor na cerimónia de homenagem a Barroso. Espantou a urgência da imposição da venera no ilustre peito lusitano de Durão Barroso, em ambiente de despedida de dois antigos cúmplices e o sonho da candidatura vitoriosa do laureado a PR. Faltaram sonantes adereços, uns ainda receosos das investigações do Ministério Público, outros por não acreditarem na sobrevivência política dos figurantes. Foi em casa do casal Ricardo Salgado, e a convite deste, que o casal Barroso e o casal Marcelo persuadiram Cavaco, acompanhado da omnipre...

Carta do Infante D. Henrique a Cavaco Silva

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Senhor presidente da República Portuguesa   A oito dias de perfazer 554 anos de defunção, apesar de os ateus negarem outro mundo para além do que deixei, garanto-lhe que há aquele em que me encontro. Há aqui um defunto recente, de reputação duvidosa, major Silva Pais, excelentemente informado e que prometeu dar-me informações sobre qualquer atividade que eu desenvolvesse. O Sr. Presidente sabe, por experiência, que um morto não tem atividade, projetos ou ambições mas, como é o único a par de tudo o que se passa em Portugal, aceitei-o como delator-mor. Aprecia muito V. Ex.ª, foi ele que me pediu para o tratar por Excelência, título que os portugueses trocam por outros na ausência e é obrigatório na sua presença. Disse-me que há aí condecorações, adornos atribuídos na República, mais frequentes do que o título de barão no meu tempo, e que foi imposta uma, com o meu nome, a um plebeu de que Silva Pais me deu excelentes referências. A princípio surpreendi-me muito com o que d...

UM PRESIDENTE E UM GOVERNO COBARDES E ANTI-PATRIOTAS

A chanceler teutónica Angela Merkel teve o atrevimento e o desplante de dizer que Portugal tem licenciados a mais e devia fazer não sei o quê. Violou assim, mais uma vez, o mais elementar princípio de Direito Internacional Público: o da não ingerência nos assuntos internos de outro Estado. Perante essa tão flagrante e grosseira violação, qualquer governo decente e qualquer Chefe de Estado que se prezasse teriam imediatamente reagido, que mais não fosse com um protesto diplomático. Mas não. O governo agiu mais uma vez como se Portugal fosse vassalo da Alemanha, isto é, não agiu. O alegado Presidente da República remeteu-se a um cobarde silêncio. Nem outra coisa era de esperar de um governo que sempre governou cumprindo ordens de potências estrangeiras, nem de um presidente que anda com esse governo ao colo e deixou sair da boca a frase mais humilhante para o seu País que jamais algum chefe de Estado proferiu: “Portugal aprendeu a lição!” Este presidente e este governo consentem ...

A condecoração de Durão Barroso

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Depois de estender o cachaço à venera que o venerando PR lhe dependurou, à guisa de belfa que segurava o cambão que os solípedes rodavam para elevar os copos da nora, no vaivém que os enchia no poço e os despejava na caleira agrícola, o agraciado regougou: "Nenhuma distinção podia dar-me maior satisfação do que esta (...) por significar para mim o reconhecimento do meu país, por significar para mim também que foi correta a decisão que tive de tomar em 2004". Barroso, o homem cuja pituitária cheirou gases tóxicos, no Iraque, a partir de Londres, que trocou o governo, que se desfazia e não sabia remodelar, pela sinecura de Bruxelas, confundiu Cavaco com o País, o reconhecimento com a cumplicidade e «a decisão que teve de tomar» com a fuga ansiosa que a mentira de Aznar, contra a ETA, lhe abriu. A decisão a que alude, numa frase prenhe de narcisismo, onde repete a primeira pessoa à exaustão, carregada de pronomes, o dissimulado mordomo dos Açores, que declarava que o seu...

Projecções eleitorais em Espanha: divagações sobre a Esquerda, a soberania e nacionalismos…

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Os beneficiários directos das respostas neoliberais da Direita à crise económica e financeira espanhola deveriam ser o PSOE e a Izquierda Unida (IU). O gráfico publicado pela sondagem do El Pais mostra que não é assim. Desde as eleições gerais de 2011 até Novembro de 2014 a IU (que congrega o ex-PCE e a Esquerda Republicana) perdeu metade das já reduzidas intenções de voto (de 6,9 para 3,8%) e o PSOE está 2 pontos abaixo da sua posição de há 3 anos (nas eleições gerais). O PODEMOS, em Espanha, ameaça essencialmente o bipartidarismo – alternante e reinante - que se instalou na Península Ibérica com os regimes democráticos emergentes de ambas as ditaduras.  Até aqui – e particularmente nos anos após a queda do muro de Berlim - as eleições mudavam essencialmente de protagonistas (políticos) mas, para a sociedade, as propostas de alterações políticas e, pior, as efectivas mudanças de política eram ténues, inexistentes ou ilusórias. Os mercados decidiam as ‘políticas reais’ ...

Informação desnecessária

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Passos Coelho, Portugal e o futuro

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Passos Coelho, putativo PM saído da proveta de Miguel Relvas e Marco António, com a criatividade de Ângelo Correia e o ódio de Cavaco Silva a Sócrates, acabou, à força de lhe chamarem primeiro-ministro, por assumir a representação do cargo. Sem prática mínima de governação, nem estágio como vogal numa Junta de Freguesia, apenas hábil na abertura de portas para drenagem de verbas da U E para a Tecnoforma, sem preparação académica evidente ou provas que ultrapassassem a iniciação no canto lírico, acabou a manifestar o seu ressentimento pela descolonização e a vingança contra o 25 de Abril, alienando empresas públicas e abandonando a fiscalização sobre bandos organizados em torno do capital financeiro. Destes três anos no cargo que o PR tornou irrevogável, contra demissões irrevogáveis, resta o empobrecimento acelerado do País, o aumento imparável da dívida pública e o progressivo desequilíbrio da balança de transações, com um governo que, sem favor, foi o mais incompetente e pernic...