Estranhos protagonistas
Esgotado para os media o filão que o processo Casa Pia representou lá vai este, serenamente, seguindo o seu percurso. E a acalmia só faz bem ao desenrolar da justiça.
Contudo, há dois protagonistas que teimam em aparecer e, ao que se vai percebendo, para dizer disparates. Catalina Pestana, a quem tenho reparado uma particularidade interessante que é a de se dirigir sempre a um agente da PSP quando chega ao tribunal - para o cumprimentar!-, acusou Mariano Barreto de estar envolvido no processo. Este veio provar que ela não sabe o que está a dizer e, mais grave, não confirmou o que diz ter confirmado.
Pedro Namora é um caso patológico.
Mariano Barreto dizia que se devia investigar era a Catalina Pestana. Eu vou mais longe: investiguem-se os dois!
Contudo, há dois protagonistas que teimam em aparecer e, ao que se vai percebendo, para dizer disparates. Catalina Pestana, a quem tenho reparado uma particularidade interessante que é a de se dirigir sempre a um agente da PSP quando chega ao tribunal - para o cumprimentar!-, acusou Mariano Barreto de estar envolvido no processo. Este veio provar que ela não sabe o que está a dizer e, mais grave, não confirmou o que diz ter confirmado.
Pedro Namora é um caso patológico.
Mariano Barreto dizia que se devia investigar era a Catalina Pestana. Eu vou mais longe: investiguem-se os dois!
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