Esta "imagem" fez-me recordar um grande cantor e letrista português.
Morte que mataste Lira, Morte que mataste Lira, Morte que mataste Lira, Mata-me a mim, que sou teu! Morte que mataste lira Mata-me a mim que sou teu Mata-me com os mesmos ferros Com que a lira morreu
A lira por ser ingrata Tiranicamente morreu A morte a mim não me mata Firme e constante sou eu Veio um pastor lá da serra À minha porta bateu Veio me dar por notícia Que a minha lira morreu.
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Morte que mataste Lira,
Morte que mataste Lira,
Morte que mataste Lira,
Mata-me a mim, que sou teu!
Morte que mataste lira
Mata-me a mim que sou teu
Mata-me com os mesmos ferros
Com que a lira morreu
A lira por ser ingrata
Tiranicamente morreu
A morte a mim não me mata
Firme e constante sou eu
Veio um pastor lá da serra
À minha porta bateu
Veio me dar por notícia
Que a minha lira morreu.
(Adriano Correia de Oliveira)