António Guterres – de Donas para o Mundo

Quem bem estaria o Planeta se a energia, o humanismo, a competência e a determinação de António Guterres o contagiassem!

Nunca um português atingira tão altas funções e responsabilidades como as que assume hoje o melhor de todos, o mais bem preparado e o mais abnegado, que sempre fez da sua vida uma dádiva constante ao bem comum.

É na generosidade e capacidade do secretário-geral da ONU, que ora toma posse, que nos próximos cinco anos estão postas as esperanças do mundo. O entendimento mínimo entre 193 Estados-membros que integram a complexa organização é a árdua tarefa que o espera, com líderes nacionais tão imprevisíveis e assustadores como os que já aí estão e os que acabarão por chegar.

Ninguém pode exigir-lhe o que não depende dele, mas sem Guterres, sem a sua enorme capacidade de negociador, o aquecimento global, o número de refugiados e a guerra não deixarão de conduzir o Planeta para o caos e extinção.

É em clima de tragédia global que o primeiro secretário-geral, eleito com transparência inédita, por unanimidade e aclamação do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral das Nações Unidas, suscita a esperança angustiada de milhões de deserdados de todo o mundo.

É com enorme esperança e júbilo que assisto à chegada de António Guterres ao cume da Organização que procura o concerto das nações para que o conserto do mundo seja ainda possível.

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