Passos encerrado no seu labirinto e abandonado

O BCE e o Banco de Portugal aprovam recapitalização da CGD, o FMI confirma que as exigentes metas do Governo português são atingíveis e o Tribunal de Contas suspeita da competência do Governo de Passos Coelho e Maria Luís, nos anos de 2014 e 2015.

O PSD e o CDS disputam o eleitorado da direita e apenas se unem na política de terra queimada para disfarçarem a sua péssima gestão, agravada quando Maria Luís chegou a ministra tendo no currículo umas aulas a Passos Coelho.

A displicência ética de ex-governantes do PSD e CDS a entrarem em negócios privados, de conflitualidade flagrante com os cargos ocupados no aparelho de Estado, não sendo exclusivo da direita, parece uma praga que nos persegue. Até o malcheiroso negócio dos lixos italianos importados passa pela insensível pituitária da direita.

Não é por acaso que a oposição ao atual governo foi deixada aos avençados do costume, comentadores e ‘jornalistas’, enquanto as tropas de Relvas e Marco António continuam a atacar nas redes sociais.

Na Rua de S. Caetano lavra o desânimo e os barões envergonhados, pela perda do poder e pela navegação à vista dos arrivistas do partido, procuram novo líder para o regresso ao poder.

O Governo do PS, com o apoio parlamentar do BE e do PCP, tornou-se um referencial de estabilidade numa Europa em convulsão.

Só Passos Coelho não percebeu ainda que excedeu o prazo de validade para as funções que os ciclos eleitorais e os acasos da sorte lhe reservaram.

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