Hiroshima, meu amor…

Hiroshima, depois…
Há 74 anos, o único país que o podia fazer não hesitou em lançar uma bomba nuclear sobre a população indefesa da cidade mártir.

Hoje, quando tantos países podem fazer de cada cidade uma Hiroshima e precipitar todos os cidadãos do mundo ao martírio nuclear, exige-se uma opinião pública mundial que os impeça.

Neste mês de agosto, a denúncia do tratado de controlo de misseis de médio alcance, assinado em 1987, em Washington, por Reagan e Gorbachov foi o início da escalada na rutura de acordos internacionais e uma decisão fatídica que anula o travão a uma guerra nuclear global.

A luta pela eliminação das armas nucleares não é um mero objetivo ideológico, é uma condição de sobrevivência para cada um de nós e para o planeta de todos nós.

Pensem nisso!

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