Eleições presidenciais
Eleições presidenciais
Só há uma
hipótese para interromper a aceleração com que o País desliza para a direita e
se reduz à única expectativa, a luta entre a direita e a extrema-direita, com a
progressiva irrelevância da mais descolorida e tímida social-democracia, com o desmantelamento
progressivo do que resta do Estado social.
Portugal parece
estar condenado à disputa do poder entre o neoliberalismo violento, tipo Milei,
e um neofascismo difuso de matriz salazarista.
A
geometria partidária não favorece a democracia.
No próximo domingo, não é a passagem à segunda volta de Ventura que preocupa, é a passagem de António José Seguro sem ele. Cotrim é, neste momento histórico, o maior risco para o regime.

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