Da série: Deixem o Luís trabalhar

Da série: Deixem o Luís trabalhar

Com o Luís impossibilitado de trabalhar por conflito de interesses, a família deu férias aos trabalhadores da Spinumviva e foram todos para o Brasil.

Entretanto, com Leitão Amaro ao leme do Governo, a ANA entregou obras do novo aeroporto à ABB e disse que Montenegro não participou na decisão; a Gasolineira de Braga, escolhida para abastecer frota do Governo, disse que Montenegro não participou na decisão; Leitão Amaro anunciou Conselho de Ministros no Epic Sana e disse que Montenegro não participou na decisão; finalmente, Marcelo promulgou prorrogação da concessão de casinos e disse que Montenegro não participou na decisão.

Já lá vai o tempo em que Marcelo promulgava com avisos, reparos e ameaças, o PM era outro. Não fosse alguém lembrar-se de avenças recebidas da Solverde em S. Bento, fez questão de deixar um sublinhado em filigrana, Montenegro não participou…

Do Brasil, o Luís, acompanhado da excelsa família, não poupou o País à mensagem de Ano Novo e advertiu que Marques Mendes é o melhor candidato a PR e que, com ele em Belém, correrão rios de mel para todos e até o aeroporto de Lisboa voltará a controlar os passageiros. Só lhe falta outro Luís, um Marcelo de fabrico artesanal.

Do Brasil, com a família feliz, ungida por um veículo litúrgico paramentado no Cristo Redentor, o Luís regressará, e já nada o impede de trabalhar. É esse o nosso pesadelo.






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