(como os maoístas se venderam ao capital) Quando se tornou público o “Relatório Chilcot”, que provou, sem margem de dúvidas, o crime da invasão do Iraque, em vez de se apresentarem os autores a julgamento no TPI, Durão Barroso, ex-maoísta capaz de todas as abjeções, foi nomeado chairman do grupo Goldman Sachs. Quando os colégios privados perseveraram na parasitação do Estado, logo o ex-maoísta Nuno Crato se prestou a ser testemunha de defesa dos interesses privados, contra os do Estado, contra o próprio ministério que foi seu. Não é que a palavra de Nuno Crato seja respeitável, é a abjeção de quem se presta a ser aliado dos interesses privados contra o Estado, onde fez a viagem da extrema-esquerda para a extrema-direita. O ex-maoísta não foi um erro de casting do governo que serviu, esteve, como todo o governo, aliás, ao serviço dos interesses privados que esta direita representa. Foi um erro crasso para o ensino público, mas não deixa de ser um exemplo de quem troca a honra pe...