Fanatismo islâmico

Em tempos, foi o catolicismo que saía das missas para as fogueiras onde, em euforia mística, incinerava hereges, apóstatas e ímpios, com bruxas à mistura e judeus que tivesse à mão.

Hoje, é o islão, intolerante e radical, que fanatiza os crentes e promove a violência.

A Noruega e a Dinamarca, países ricos, cultos e civilizados, onde os autóctones não têm por hábito virar-se para Meca, nem matar o ócio com cinco orações diárias, publicaram caricaturas de Maomé a quem uma viúva rica e os camelos permitiram vida desafogada.

O Diário de Notícias refere como a Noruega e a Dinamarca são alvos da ira dos países islâmicos pela publicação destas caricaturas.

A blasfémia é para o islão um pecado que exige a pena de morte. Para quem, ainda há pouco, assassinou a cineasta Theo van Gogh e procura agora impedir a liberdade de expressão, não há limites à violência para ganhar o Paraíso.

A Revolução Francesa libertou a Europa da tutela eclesiástica, conduziu à Declaração Universal dos Direitos do Homem e à implantação da democracia.

Não pode agora capitular perante a agressividade do fanatismo e as ameaças do islão.

A blasfémia pode ser pecado mas não é crime.

Comentários

Anónimo disse…
Ó Carlos, será então por receio deste fanatismo islamico que centraliza a sua revolta ateísta na igreja católica? Louve ao menos a liberdade que actualmente a mesma concede a quem a critica de forma tão fundamentalista!
Mano 69 disse…
Olhe que não ó anónimo, o Carlos Esperança quando dispara é em rajada dado que assim consegue meter no mesmo saco todo o fenómeno religioso...

Já agora Carlos Esperança, você já começou a preparar-se para a cerimónia de transladação da Irmã Lúcia para Fátima? É já no final do corrente mês.
ateísta disse…
A liberdade de expressão é um direito fundamental!
O direito de criticar AS IDEIAS (não a honra) de outras pessoas não pode ser posto em causa. Vivemos em liberdade.
Graças a ... muitos homens e muitas mulheres progressistas!

Não podemos tolerar as ameaças dos fanáticos islâmicos!
«Louve ao menos a liberdade que actualmente a mesma [Igreja católica] concede a quem a critica de forma tão fundamentalista!

Resposta: Não é bondade da Igreja, é um direito que foi conquistado contra ela.
Anónimo disse…
Ó Carlos não seja tão fundamentalista! Há por aí empresas e, até, clubes de futebol, que nos dias de hoje e por muito menos castigam os seus empregados! A Igreja tem de facto vicios de poder instalados nas cupulas de decisão, mas há que reconhecer notariedade na maioria do trabalho dos que operam no terreno.
Afinal, caros comentadores, em que ficamos?

Defendem a separação da Igreja e do Estado ou aceitam as teocracias?

Não sou. longe disso, um revoltado, sou apenas um homem de convicções, que defendo com entusiasmo. Defendo igualmente o direito de todos a defenderem posições iguais, diferentes ou opostas.
souza disse…
aceitem a jesus cristo que e a melhor coisa que vocÊs fazem...........

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