Assentemos que a crucificação foi um ato de intenso barbarismo do pai desse Jesus de Nazaré. Tinha outros meios de matar o filho, menos dolorosos, menos bárbaros: a opção de afogamento, picado por abelha, queda do muro do Templo, atropelado por carro de bois, panela de água a ferver, espadada no peito, diarreia desidratante, dose tripla de haxixe, e outras muitas mais. Agora, porque é que Jeová foi escolher uma das mais cruéis de todas as formas de martírio? Porque um dia Jeová estava observando os Romanos crucificando o primeiríssimo criminoso e aí Jeová cogitou para com os seus botões: “Merda, é mesmo assim que vou matar o meu Filho Unigénito Salvador!” E foi.
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Tinha outros meios de matar o filho, menos dolorosos, menos bárbaros: a opção de afogamento, picado por abelha, queda do muro do Templo, atropelado por carro de bois, panela de água a ferver, espadada no peito, diarreia desidratante, dose tripla de haxixe, e outras muitas mais.
Agora, porque é que Jeová foi escolher uma das mais cruéis de todas as formas de martírio?
Porque um dia Jeová estava observando os Romanos crucificando o primeiríssimo criminoso e aí Jeová cogitou para com os seus botões: “Merda, é mesmo assim que vou matar o meu Filho Unigénito Salvador!” E foi.