Nuno Crato ou erro crasso?

Quando se põe em xeque o ensino público para passar um cheque ao privado, põe-se em causa a democracia, rompe-se com o passado e hipoteca-se o futuro.

Este ministro, que gozava da fama de intelectual, não passa de um serventuário do mais reacionário liberalismo.

Um catedrático que acrescenta ao seu currículo, ter sido ministro de Passos Coelho, não é um intelectual, é um  saprófita do poder, sem pundonor nem brilho, um homem capaz de tudo, para se envergonhar quando cair em si.

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