Mensagens

Da série: Incompetentes e vingativas

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  A da Saúde está ausente a atender o telefone das urgências de obstetrícia. 

Da série: Porque não te calas?

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Eleições Presidenciais - A opinião de Vital Moreira.

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  sábado, 14 de dezembro de 2024 Eleições presidenciais 2016 (3): As minhas condições de voto Publicado por  Vital Moreira 1.   Considerando a Constituição da República - que os PR juram respeitar quando tomam posse do cargo - e as várias experiências presidenciais ao longo deste 50 anos, em especial a que está em final de mandato, entendo que nas próximas eleições  só devo apoiar um candidato que se comprometa explicitamente a respeitar, cumulativamente, as seguintes condições :      - suspender, para todos os efeitos, a filiação partidária que eventualmente tenha;      - assumir-se como Presidente de todos os portugueses, independentemente do seu voto;      - exercer o cargo com discrição e elevação, recusando a banalização e vulgarização da magistratura presidencial;      - respeitar os resultados eleitorais para a AR e a composição desta como única fonte da legitimidade dos governos;      ...

Âncora Editora – Os meus livros de crónicas

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 Pedras Soltas – (esgotado); Ponte Europa – 1.ª Edição (esgotada); À venda nas livrarias: Ponte Europa (2.ª Edição) e ANCORADOURO – livrarias Bertrand, Almedina, WOOK online e Âncora Editora. Se gostou das minhas crónicas e tem por hábito oferecer livros pelo Natal, ofereça-as como presente.

XXIV Governo Constitucional #montenegronaomarcelonunca

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Um governo impreparado pode esconder durante algum tempo a sua incapacidade, mas não resistirá ao implacável escrutínio dos factos. Foi fácil esconder e apagar imagens de um ministro irascível a desrespeitar os militares, e foi impossível ao ministro da Propaganda evitar as consequências de associar o álcool e os acidentes ferroviários aos maquinistas, sem quaisquer evidências e sendo falso. Com estes dois ministros capazes, mas atitudes infelizes, a juntarem-se às incapazes da Adm. Interna e da Saúde, e ao lastimável ministro da Defesa, único irrevogável, e após tantas substituições fracassadas em altos cargos da administração pública, Montenegro perdeu a aura do fazedor que se imaginou. Oito meses decorridos, e ainda em campanha eleitoral depois da aprovação do OE/2025, já cansa a atribuição de culpas a quem lhe deixou uma folga orçamental que permitiu as primeiras vitórias no apaziguamento das reivindicações mais antigas na função pública. Só não contou com os demónios que sol...

12 de dezembro de 1976 – As primeiras eleições autárquicas da democracia.

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Há 48 anos realizaram-se as primeiras eleições autárquicas, uma das grandes conquistas de Abril, agora a igualar em anos os que a ditadura nos oprimiu. As comissões administrativas nascidas da vontade popular, em ambiente revolucionário, desmantelaram o aparelho político cujo ministro do Interior nomeava os governadores civis que nomeavam presidentes da Câmara que, por sua vez, nomeavam presidentes da Junta. Esqueceram-se os devotados cidadãos que as integraram, sem vencimento ou qualquer benefício, em numerosos concelhos. Foi o tempo da generosidade e de todas as utopias, terminado com as primeiras eleições livres dos órgãos autárquicos. As eleições, previstas na Constituição da República Portuguesa, criaram os primeiros executivos municipais democráticos, após 48 anos de ditadura, pondo fim às comissões administrativas surgidas, em comícios populares, no fervor do 25 de Abril. O poder autárquico adquiriu dinamismo com o entusiasmo semeado por essa geração de autarcas. Das aldeias às ...

Pedro Adão e Silva - ontem (Factos & Documentos)

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Página Um - Um artigo importante para a campanha presidencial

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  Assunção Cristas, antiga líder dos centristas, é coordenadora do mestrado. Chefe do Estado-Maior da Armada nunca deu sequer uma aula. Nova School of Law: ala do CDS ‘entrega’ regência e categoria universitária ilegal a Gouveia e Melo por Pedro Almeida Vieira //  Dezembro 6, 2024 Categoria:  Exame Temas:  Sociedade ,  Política ,  Destaque Portada ‘Dura lex, sed lex’ é uma das máximas jurídicas mais relevantes. Mas a lei pode ser, na verdade, amaciada para os amigos. No início de 2023, a Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa – ou pomposamente rebaptizada com o anglicismo Nova School of Law – anunciou a contratação de Gouveia e Melo para a regência de uma cadeira do mestrado em Direito e Economia do Mar, colocando-o com o estatuto de Professor Convidado. Mas, apesar de se estar numa escola de ilustres juristas, fez-se tábua rasa das normas do Estatuto da Carreia Docente Universitária, e nunca houve pareceres para e...

A agitação social regressa em força

Parece claro que o último governo de António Costa, depois de ter contas equilibradas e ampla folga orçamental se preparava para corrigir injustiças e melhorar as condições da função pública no resto da legislatura, ameaçando o futuro do PSD. Marcelo, pressentindo o perigo, começou por acolher o parágrafo da PGR para levar à demissão de António Costa e dissolver depois a AR para alterar a correlação de forças partidárias e proporcionar uma auspiciosa oportunidade ao seu partido. O PR, desgastando o Governo, promulgou um subsídio à PJ, com o ruidoso “promulgo, e agora tem de fazer o mesmo às outras polícias”. Considerando igual o que é diferente, incitou à insurreição de todas as outras forças de segurança. Quando os polícias cercaram o Capitólio para onde se dirigiam os líderes do PS e PSD, perante o repúdio de Pedro Nuno Santos e o amistoso gesto de Luís Montenegro, o PR remeteu-se ao silêncio. E manteve o silêncio na contestação junto à AR em que puseram em causa o regular func...

A queda de Bagdad

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Já não há guerras como antigamente. Há sempre quem as faça por nós, quem morra ao serviço da tribo, do Deus que herdou ou do país a que um império traçou as fronteiras no estirador de um gabinete colonial. Com a Rússia desgastada na guerra da Ucrânia e o Irão acossado por Israel, a estrada de Damasco encontrou novos apóstolos, agora da democracia, nos onze dias que abalaram a Síria. Nasceu mais uma democracia nos escombros da ditadura laica onde germinou, «graças a Deus» a democracia teocrática. Deus é grande, se o Diabo não estiver adormecido. A vitória da Turquia na Síria é a vitória da democracia. O artífice da vitória, que vale 10 milhões de dólares, é um talibã de barba aparada para entrar no Eixo do Bem, e o seu exército, com armas novinhas a luzir, levou a Damasco a esperança para milhões de sírios exilados. A primavera chegou no outono até à mesquita de Bagdad. O carniceiro fugiu, deixando uma bela coleção de automóveis, e a ditadura laica abriu caminho para a democracia teocrá...

Mudam-se os tempos, mudam-se os nomes

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  Os guerrilheiros da Al-Qaeda eram terroristas, agora são rebeldes.

A implosão da URSS – 8 de dezembro de 1991

Há 33 anos, numa luxuosa ‘datcha’ para dirigentes, o russo Boris Yeltsin, o bielorrusso Stanislav Shushkevich e o ucraniano Leonid Kravchuk deram o golpe de misericórdia à URSS. Esta data, que mudou o mundo, cedo foi esquecida pelos indefetíveis nostálgicos e por anticomunistas primários. E surpreende porque a luta de classes não para nem a vitória neoliberal trouxe justiça social; porque falhou o regime que caiu e piorou o que venceu; porque os muros que caíram foram substituídos por outros e a democracia, que venceu, está em vias de extinção. Quando urge encontrar um novo paradigma que concilie liberdades individuais e justiça social, esquece-se a História e disfarça-se o incómodo da reflexão e da autocrítica. As guerras, as desigualdades económicas e sociais, a fome e a falta de esperança, estão a gerar o medo, a revolta e o retrocesso civilizacional. É trágico repetir erros e insistir em modelos que julgávamos erradicados desde 1945. As gerações atuais parecem esquecidas do passado...
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      Cartune de Varella
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            ISRAEL AGRESSOR          A SENTIR-SE AGREDIDO          POR MIM !            Por Onofre Varela Neste ano em que se celebrou o cinquentenário do 25 de Abril, publiquei no jornal digital "O Cidadão", uma série de artigos onde conto a minha experiência com a Censura nos jornais onde trabalhei já depois da reimplantação do regime democrático.  O artigo que agora aqui publico foi o último deles e conta a derradeira censura de que fui vítima. (A colecção dos artigos está numa editora, e espero a qualquer momento receber a boa-nova de que serão editados em livro. Se assim acontecer, do facto darei conta neste espaço). O consumo de Religião em demasia é como o vinho: embebeda!…  O sentimento religioso misturado com o sentimento pátrio, mais o poderio económico e a força militar, dá numa mistela explosiva desintegradora do raciocínio da besta que a cons...

Mário Soares – 1.º Centenário do seu nascimento (7 de dezembro de 1924)

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As circunstâncias fazem mais pelos homens do que estes fazem por elas, mas são os homens (homens e mulheres) de exceção que moldam o futuro e marcam a História. Há 50 anos eram de exceção os Capitães de Abril, e de exceção foram quatro líderes civis que emergiram da Revolução que os militares fizeram. Raramente um único país consegue ter, em simultâneo, homens da dimensão de Álvaro Cunhal, Mário Soares, Sá Carneiro e Freitas do Amaral, na diversidade das suas opções políticas, dos interesses de classe que representaram e dos projetos que serviram. Todos foram admiráveis, para lá do julgamento pessoal das opções políticas de cada um. Soares foi, dos quatro, o que mais influenciou a República surgida da Revolução de Abril, sendo hoje a maior referência política portuguesa e uma das maiores da Europa da segunda metade do século XX. Soares foi o homem sábio que os ignaros acusaram de inconstante sem compreenderem o pragmatismo do combatente antifascista e a intuição do europeísta q...