Vasco Graça Moura
Vasco Graça Moura (VGM), apesar de defensor da pena de morte, não é um troglodita e a linguagem, digna do mais rancoroso rural, não faz dele inimputável.
Debita adjectivos como balem as ovelhas ou palram os papagaios, com a facilidade do mais erudito dos almocreves e o acinte do mais primário e boçal ferrador de solípedes.
VGM, na sanha contra a esquerda pós-soviética, onde inclui toda a esquerda, revela-se o mais genuíno dos paladinos da direita pós-fascista.
O defensor de todos os líderes do PSD, e carrasco dos simpatizantes de qualquer outro partido, denomina «patéticas deslocações do sr. Solana» os esforços de paz do ilustre espanhol ao serviço da União Europeia e denomina a política diplomática de Espanha de «progressismo alvar do sr. Zapatero». Deve ser trauma anti-castelhano.
O Governo italiano, depois de ter perdido o notável cançonetista Berlusconi e o pio Roco Butiglioni, passou a ser a «periclitante salada de esquerda do sr. Prodi».
Só não esperava que o último almocreve do cava…
Debita adjectivos como balem as ovelhas ou palram os papagaios, com a facilidade do mais erudito dos almocreves e o acinte do mais primário e boçal ferrador de solípedes.
VGM, na sanha contra a esquerda pós-soviética, onde inclui toda a esquerda, revela-se o mais genuíno dos paladinos da direita pós-fascista.
O defensor de todos os líderes do PSD, e carrasco dos simpatizantes de qualquer outro partido, denomina «patéticas deslocações do sr. Solana» os esforços de paz do ilustre espanhol ao serviço da União Europeia e denomina a política diplomática de Espanha de «progressismo alvar do sr. Zapatero». Deve ser trauma anti-castelhano.
O Governo italiano, depois de ter perdido o notável cançonetista Berlusconi e o pio Roco Butiglioni, passou a ser a «periclitante salada de esquerda do sr. Prodi».
Só não esperava que o último almocreve do cava…

Comentários
Custa a crer.
20 mil contos dia x 365 dias = a 7.300 milhões contos. Só para juros. Por ano.
Como foi possivel?
Que destino levaram ou levam os responsáveis?
Que futuro,para a cidade?
E aqui no bairro, uma das novas sete piscinas do Pedro (SL), que ninguem lhe tinha pedido.
Um euro e meio para uma sessão de treino, com uma afluência diminuta.
Num país que abandonou o desporto escolar, nada de estranho.
Outro problema, vai ser encontrar alguem no mercado civil que as queira explorar.
A obra de um quase ex-candidato a PR.
2. A gestão ficcionista das urbes.
3. Os investimentos à mercê dos calendários eleitorais;
4. As megalomanias: p. exº.: Parque Mayer - projectos do arq.º Frank Gehry...;
5. O condicionamento aos lobbys da construção civil;
- etc.
Penso que em Lisboa (só em Lisboa?)se poderá ter criado um problema democrático e, nas próximas eleições autárquicas, ninguém se candidate à Câmara de Lisboa.
Na verdade, Lisboa tornou-se numa "pesada herança".
A equipa "engendrada" em 2001 pelo PSD para a Câmara de Lisboa - depois de várias peripécias políticas e desaires de alianças - fez um "trabalhinho" que será dificil esconder debaixo do tapete.
Mas ficamos todos a saber qual o preço do populismo. É muito caro.
Na verdade, depois de 30 anos de poder autárquico, na sua grande maioria as câmaras estão ingovernáveis.
Lamento constatar que, mais uma vez, Salazar teve razão em 1928. Não sou nem tenho idade para saudosismos, mas gerir o estdo em democracia (na nossa) deu nisto.
E é tão grave isto tudo mais parece aquela história do velho, da criança e do burro. Ou seja, não tem ponta por onde se lhe pegue.
Felizmente que, para os portugueses verem, existem Câmaras Municipais, democraticamente eleitas, com trabalaho realizado e orçamentos controlados.
Portanto, não vale o esforço evocativo do modelo autárquico salazarento subsidiário de nomeações feitas através dos quadros fascistas oriundos da União Nacional, que conduziram ao espezinhamento da liberdade de escolha, da participação dos municipes e, consequentemente, a uma completa e arrastada estagnação dos municípios e do País.
Isso, já démos. É passado, está enterrado.
O problema não é a democracia.
São, antes, as tentações e as consequências de um exercício populista, incontrolado, do Poder Local.
Resumindo: uma perversão democrática que, em Portugal, ainda dá votos.
Foi isso que aconteceu em Lisboa e, sem possibilidades de censura prévia, está à vista de todos!
Um dia destes não se encontram nem que se procurem com uma candeia...