Tabaco mata mais que a SIDA!

A saúde pública exige de todos nós um especial empenho no debate sobre a proibição de fumar em locais públicos.
A medida mais eficaz para reduzir o consumo de tabaco é a proibição de fumar no local de trabalho.

Comentários

Anónimo disse…
Concordo plenamente que"A medida mais eficaz para reduzir o consumo de tabaco é a proibição de fumar no local de trabalho"

Será um bom começo.

Manuel de Brito/Porto
Anónimo disse…
acho que deve ser nos locais publicos fechados,tambem apoio embora seja fumador.
antónio horta pinto disse…
Concordo que não possa fumar-se em hospitais, clínicas, recintos desportivos, igrejas,e outros locais igualmente "impolutos" ou assépticos; mas não assim em cafés, ou restaurantes, que são "antros de vícios"; ninguém é obrigado a frequentá-los; quem não quer "poluir-se" não vá lá!
Anónimo disse…
Oh mestre!
Tanta preocupação com o tabaco e com a poluição atmosférica e a porcaria que engolem todos os dias do fumo dos automóveis &etc?...
E com as porcarias todas que são metidas nos alimentos, nos nitratos e os conservantes e tudo o mais?...
E a coca-cola? e o resto... tabaco só tabaco é um bocadinho hipócrita, não achas?
e-pá! disse…
A projecção de que o tabaco, no próximo decénio, poderá matar mais do que a SIDA revela, antes de mais, uma profunda descrença nos resultados das campanhas anti-tabágicas.
E, há ainda a grande preversidade desta estatística ou se quisermos estudo epidemiológico prospectivo.
Tudo isto se refere aos países, ditos, ricos. Porque, quando aos pobres, "espera-se" (estima-se) que daqui a 10 anos continuem mais pobres e, ...
não tenham dinheiro para retrovirais, portanto, os portadores de SIDA, "morrerão como tordos".
Mesmo assim, poderá haver outro enviesamento neste estudo, que é o seguinte: haverá países que estarão (continuarão) tão pobres que... "nem dinheiro para tabaco"!

Conclusão: a não inclusão neste estudo de factores de correcção advindos de eventuais efeitos económicos perversos da globalização poderá ter distorcido os resultados.

Logo, o título (mais ou menos) correcto, será:
- No "primeiro mundo" o tabaco poderá matar mais do que a SIDA!
Dia Mundial de Luta contra a Sida
Maioria das metas do plano de luta contra a sida não foi atingida
01.12.2006 - 08h47 Catarina Gomes(PÚBLICO)



Passaram 29 anos desde a detecção do primeiro caso de HIV/sida em Portugal e o país continua a ter dos piores indicadores sobre a infecção na Europa. Num grupo de 52 países europeus ocupa o segundo lugar, apenas a seguir à Estónia, em número de novos casos de infecção diagnosticados por milhão de habitantes: 251 por ano, logo seguidos dos 247 da Federação Russa e 241 da Ucrânia, revela o último relatório (de 2005) do Centro Europeu para a Monitorização Epidemiológica da Sida.

O Programa de Prevenção para a Infecção HIV/sida - o terceiro documento oficial que traça compromissos para controlar a epidemia - é hoje apresentado em Lisboa. Os novos objectivos são para concretizar entre 2007 e 2010.

Três anos depois da entrada em vigor do último Plano Nacional de Luta contra a Sida, o PÚBLICO contactou vários especialistas que passam em revista as dez metas aí traçadas. Os objectivos foram gizados em 2004 pela equipa do então coordenador nacional de luta contra a sida, Meliço Silvestre, que diz terem sido dados grandes passos no meio prisional e na divulgação dos centros de diagnóstico do HIV/sida. Esclarece, contudo, que muito dos projectos, como é o caso da criação dos centros de terapêutica combinada, ficaram pelo caminho com a sua saída do cargo a meio do mandato. O actual coordenador nacional, Henrique Barros, que ocupa o lugar desde o ano passado, admite que a maioria das metas ficou por atingir e que, nalguns casos, nem seria desejável que fossem concretizadas.

In: Público
Mesmo quando nos damos ao luxo de pensar, o nosso mundo é o dos países capialistas. A SIDA vai matar toda a África sub-sariana e por cá também estamos mal.
Afirmações bombásticas e sem suporte, Não - obrigado.
À vergonha nacional de ocuparmos estes lugares na sida e também na tuberculose, junta-se a necessidade e os custos de tratarmos estes doentes, que poderiam ter sido alvo de prevenção. O coordenador, perante estes números públicos vem anunciar o lançamento de um programa 2007-2010, depois de 18 meses calado. Será este também o resultado de termos na Saúde um contabilista no lugar de ministro? Mas mesmo para contabilista devia saber que ausência de políticas nestas áreas vão-nos sair muito caras. Em vidas e custos.
Anónimo disse…
Concordo plenamente com a proibição de fumar em locais públicos. Não tenho que levar com o fumo dos outros em cima, apesar dos tubos de escape, etc.

Ao menos neste fumo, tenho o direito de não querer que me importunem. Os problemas respiratórios que podem vir, até para quem não é fumador, são muitos.

Ora, quem não fuma tem, ao menos, o direito de não levar com esse problema. Quem quiser fumar, que fume, é da responsabilidade individual de cada um, mas que não prejudique os outros.

Diogo.
Anónimo disse…
fumar nem sempre é liberdade individual. parece que andaram a meter uns kimikos nos cigarros para o fumador ficar viciado. além disso, as campanhas publicitárias em massa levaram muita gente a fumar.
por isso, os fumadores também são vítimas.
Anónimo disse…
mas para campanhas dinheiro não falta.....e então para a toxicodependencia é fartar é pena que para outro tipo de doenças como o alcoolismo a diabetes e mesmo o tabagismo se seja tão comodido nos meios.
Porque será??????

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