Uma notícia de encomenda

Não sou dos que nunca se enganam e raramente têm dúvidas.

Juro mas não aposto, é a  expressão atribuída aos judeus, num dito humorado, a fazer esquecer o antissemitismo ancestral.

Juro, pois, que a capa do «I» é uma encomenda para fingir que o PSD não faz escolhas políticas, quando é tradicional no bloco central ser presidente da CGD um gestor do partido da oposição.

Neste caso apresentam Luís Amado como sendo do PS, sendo verdade que foi ministro de Sócrates, mas um falcão alinhado pela política republicana dos EUA e solidário com todas as medidas do atual Governo.

Luís Amado foi o ministro do PSD que sobraçou a pasta dos Negócios Estrangeiros no Governo do PS.

A nomeação de Luís Amado para a CGD teria a dupla vantagem de parecer um ato de simpatia para com o PS ao mesmo tempo que garantia um indefetível liberal da direita jurássica com rótulo de esquerda.  

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