Alguns comentários aos comentários sobre Marinho Pinto

Combater um político que, insinuando-se contra os partidos cria mais um, apontar-lhe as contradições e combatê-lo no plano dos princípios, faz parte do jogo democrático e é um dever de quem se bate por outro partido.

Chamar fascista a um cidadão que foi preso pela Pide, oportunista a quem podia vender o seu prestígio por menos trabalho e maior remuneração, enxovalhar um homem que já deu sobejas provas de coragem, é uma iniquidade.

Há no desvario ético uma tal falta de senso que insinua que Marinho Pinto é um político tão venal como Passos Coelho, tão reacionário como Paulo Portas ou tão faccioso como Cavaco Silva.

Depois admirem-se que a sua votação seja uma surpresa desagradável para quem perdeu a noção das proporções e o sentido da decência.

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