As Forças Armadas Portuguesas e as da Rússia

Depois da compra de dois submarinos, ainda não tinham chegado os veículos, só as comissões, e já um poderoso barco armado de pílulas abortivas era obrigado a retirar das costas da Figueira da Foz.

Agora foi a vez da Rússia que, com a NATO à beira de um ataque de nervos, enfrentada por aviões portugueses meteu os caças entre as nuvens e deu às de Vila-Diogo.

Desde Aljubarrota que uma vitória, em desigualdade de forças, não era tão arrasadora.

O antigo Condestável Paulo Portas, à semelhança do homólogo Nuno Álvares Pereira, aguarda agora a defunção e dois milagres para o seguir na elevação aos altares.

Comentários

e-pá! disse…
Os voos de reconhecimento da força área russa pelos céus da Europa poderão ser o prenuncio de uma futura interdicção do seu espaço aéreo à aviação comercial 'ocidental'.
Uma resposta que parece não ter sido valorizada pelos defensores, no contexto político-estratégico da UE, de uma progressiva cascata de medidas sancionatórias a Moscovo, à volta da 'disputa ucraniana'.
Esta hipotética interdicção para além de poder arrastar o colapso operacional de algumas das mais importantes companhias das designadas 'western airlines' e afectaria profundamente as relações económicas entre a Europa e a Ásia. Nomeadamente entre a Europa Central e a China.
Óbvio que na eventualidade de serem colocadas obstáculos ou restrições à utilização do gigantesco espaço aéreo russo a contrapartida deverá ser a imposição de 'taxas' para a sua utilização e deste modo Vladimir Putin está a tentar compensar os efeitos económicos e financeiros que as sanções ocidentais podem vir a causar aos cidadãos russos.
Não parece expectável o regresso aos tempos da 'guerra fria' circunstância que o Governo português parece querer explorar e alimentar para consumo interno à sombra de desvarios do tipo 'novas Aljubarrotas'.
Mas a guerra económica e comercial poderá estar iminente sob um 'inusitado' pretexto chamado Ucrânia, um pouco no estilo de Sarajevo - de há 100 anos - e o despoletar da I Guerra Mundial.
E, como a História nos ensina, as consequências englobarão mais uma vez 'toda a Europa': do Atlântico aos Urais...

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