As relações familiares e os governos de direita

Para quem confunde nomeações políticas, da confiança de quem nomeia, que caducam com as funções do nomeante, com os empregos vitalícios partidários, de que o filho de Durão Barroso, no Banco de Portugal, onde foi dispensado do concurso obrigatório, é um bom exemplo, talvez valha a pena refrescar a memória do cavaquismo e do PàF.

Publico duas teias de relações dos que fizeram e fazem da falta de memória e de pudor a campanha suja que a comunicação social avençada e as redes sociais, onde medram os apaniguados, se encarregam de replicar.

Bem pior do que as imagens, que devo à amável cortesia de Alfredo Barroso, proscrito dos órgãos de comunicação social e que tem sido um exemplo de cidadania e combate democrático, são os lugares de administradores dos ex-governantes nas empresas que privatizaram.

Marques Mendes, intriguista por conta própria, do partido e de Belém, disse que foi um erro a nomeação de familiares nos governos que integrou, incluindo a da sua mulher, (presume-se) mas, na altura, não era tão grave porque a opinião pública não as penalizava.

Eis a grandeza ética do paquete de Belém e do PSD.




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