Num país disfuncional, onde os diretores-gerais apresentam a demissão para evitar a dos ministros, como aconteceu com o Comandante-Geral da PSP que seria substituído pelo que, na sua atuação, deu origem à demissão, cria-se um lugar político para os abnegados mártires. Na PSP, hoje com 13 oficiais equiparados a generais de 3 estrelas, arranjou-se um lugar… em Paris, por 12 mil euros mensais, para o desprendido demissionário.
A demissão do responsável máximo da Autoridade Tributária, um diretor-geral, tem certamente à espera uma sinecura à altura do sacrifício. Imolou-se no altar da hipocrisia ao serviço da degradação ética do regime que este Governo e esta maioria, à rédea solta, levam a cabo, com o PR preso curto.
Um país onde o segredo fiscal, à semelhança do de justiça, é para ser violado, protegem-se os amigos, hoje os deste Governo, amanhã os do próximo. O sigilo fiscal era a prática dos funcionários de Finanças como os pagamentos à Segurança Social e ao fisco o eram dos governan…
Comentários
Completamente de acordo.
Jardim pode ser mau, mas os candidatos do PS ao governo regional da madeira são pavorosamente péssimos...
Quando isso vos custa a ver, viram-se para onde vos dá mais jeito, desancar no homem!
Você já sabe, mas ele, AJJardim está a "cagar-se" para tipos como o senhor!
RF
É natural que AJJ use os intestinos para responder às críticas dos adversários. Mas um dia virá em que a República se recusará a pagar os desmandos orçamentais da Madeira.
AH! já agora...porque motivo Marques Mendes recusa uma das reformas do sistema político, assente na limitação dos mandatos, na medida em que quer excluir as ilhas ? AH! os autyarcas, o primeiro-ministro têm limitação de mandatos e o senhor AJJ NÃO, PQ?
Só é preciso fazer uma coisa: não financiar desmandos.... e depois não dar importância a quem não a tem. É que limitar os mandatos, é força dos fracos....