Leonor Beleza tem razão

Leonor Beleza defendeu anteontem a «total separação das águas entre gestão política e a administração pública, que deve ser profissional e não partidarizada».

Pessoalmente acho que tem inteira razão e que não podemos continuar com a vergonha das nomeações políticas, inclusive para cargos intermédios. É necessário e urgente que se recupere o pudor republicano.

Lamento que Durão Barroso tivesse extinto os concursos criados por António Guterres e que se atingissem níveis insuportáveis de compadrio cuja culminância se verificou no santanismo. Paulo Portas e os amigos a quem distribuiu pastas ministeriais ficarão na história como o paradigma do que não se pode fazer do aparelho de Estado.

Quando Leonor Beleza e Marcelo endossaram o PSD a Durão Barroso deviam tê-lo advertido para os prejuízos que tal comportamento causaria ao País.

Mas, vale mais tarde do que nunca.

Comentários

Anónimo disse…
CONSULTEM:
http://antivb.blogspot.com/
Anónimo disse…
Tem razão. Mas deve começar-se por colocar tudo na rua e depois receber os melhores sem preocupações partidárias. Quem tem coragem de fazer isto ?
Anónimo disse…
como pode diminuir o desemprego?
só metem reformados......
Anónimo disse…
Ministério Público fez buscas ao empreiteiro A. Santo e ao escritório do bastonário da Ordem dos Advogados, na semana passada. E descobriu que Jorge Coelho é gerente de uma empresa com escritório na urbanização que Américo Santo vendeu ao seu Governo para instalar a Loja do Cidadão. Coelho diz que comprou a sala em 2002, depois de ver um anúncio. Negócios entre José Luís Judas e a A. Santo, que prejudicaram a Câmara de Cascais em mais de quatro milhões de contos, estão a ser vistos à lupa.
Esperamos que nomes como Vargas Moniz, amigo e protegido de Fausto Correia, entre outros não sejam apertados.
Anónimo disse…
AI SE ISTO NÃO FOSSE O PAIS DO FAZ DE CONTA.
Os cargos politicos não seriam exercidos por reformados ou mesmo que isso se verifica-se a reforma seria deduzida a retribuição que presentemente auferem.
Não seria menos imoral????
Anónimo disse…
A solução: Abram concurso publico internacional para gerir o Pais......

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