IVA

Rodrigues, Carla, Parente, Paulo e d'Uva, Teresa Bago(Novembro, 2002)
SUMÁRIO:
Em 2002 procedeu-se ao aumento da taxa normal do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) em 2 pontos percentuais, como uma das medidas de emergência necessárias para a consolidação orçamental, incluídas no Orçamento Rectificativo. Subjacente a esta decisão poderá estar o facto do IVA ser simultaneamente um imposto de tratamento administrativo relativamente simples e com elevado peso nas receitas fiscais.
No presente estudo são analisados os efeitos distributivos desta medida, considerando as cargas fiscais do IVA em relação à despesa, ao rendimento total e ao rendimento monetário. Os dados utilizados resultam do Inquérito aos Orçamentos Familiares de 2000, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística.
Considerando a carga fiscal em relação à despesa, o IVA é um imposto progressivo com um impacto na carga fiscal tanto maior quanto maior é o nível de rendimento dos agregados familiares. Porém, considerando a carga fiscal em relação ao rendimento (total/ monetário) o IVA é um imposto regressivo e a medida tem maior impacto relativo sobre a carga fiscal de agregados familiares de rendimento intermédios. Finalmente, verifica-se que o aumento da taxa normal do IVA tem um efeito negativo sobre a regressividade do imposto

Comentários

Anónimo disse…
A Concelhia da JSD de Coimbra revelou-se exactamente aquilo que todos estávamos á espera. Um verdadeiro FIASCO!

Depois de criuticarem como criticaram o JP Costa, o Sr. Leitão e Cpª revelaram-se exactamente iguais porque piuor era impossivel.

Prometeu revitalizar a Jota no ensino secundário e superior (como se isso lhe competisse) e nada fez, Setembro é época de eleições no Ensino Secundário e mais uma vez a JSD vai estar ausente do debate.

Pormeteu apostar na formação política em especial na área autarquica e não cumpriu. Todos sabemos que Junho e Julho são épocas de exames, que Agosto é mês de Férias e que portanto até ás eleições autarquicas nada se fará. Quanto muito, e só para me calar vão fazer qualquer coisita em Setembro, altura manifestamente tardia para se dar formação politica a potenciais novos autarcas.

Prometeu dar a JSD um papel interventivo e reivindicativo! Mais uma vez falhou! Vitor Baptista apresentou a sua candidatura à CMC e a JSD nada disse!
O Governo cancelou o Concurso Publico relativo a Metro Mondego e a JSD, sabendo que este era um assunto de extrema importância para o Dr. Carlos Encarnação e para Coimbra, NADA DISSE!

O PS, e em especial o Dr. Vitor Baptista têem "varrido" o Concelho de Coimbra em visitas ás freguesias com o intuito de ouvir os anseios das populações. O PSD nada faz, preferindo contar com o Ovo no Cu da Galinha! Qual devia ser a atitude da JSD?? Fazer o que o PSD não faz!!! Promover encontros, debates, conversas nas freguesias!!! Mas, não!!! 24h sobre 24h é ver os "betinhos" da Jota na sede, agarrados a um computador...a fazer nao sei bem o que!
Está a chegar a altura em que vamos ver estes meninos aos pulos a reivindicar lugares nas juntas de freguseias, na assembleia municipal e arrisco-me a dizer que ainda vão ter a lata de falar na vereação!

A JSD devia ser diferente do PSD, devia ter uma atitude mais jovem, mais dinamica, mas irreverente. Não é isso que temos.

Chegamos ao ponto de o Presidente da JSD, Paulo leitão ao saber que o acto eleitoral que lhe deu a vitória para a JSD havia sido impugnado ter começado a ligar a membros da lista adversária a convidá-los, pasme-se, para lugares autarquicos!!! Desde quando é que o Presidente da JSD tem essas funções??? Será que o partido sabe disto??? Será que o Dr. Encarnação sabe disto???

Para quando um plenário da JSD, obrigatório segundo os estatutos, que defina o perfil dos candidatos da JSD aos órgãos autárquicos???

Tenho pena que isto assim vá na JSD!

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