Ontem dizia que defecava para a Oposição. Hoje regurgita os insutos do costume. Independentemente do oríficio utilizado, a matéria expelida é a mesma. Basta de perder tempo e espaço com este cavalheiro.
Anónimo disse…
O PSD não ignora. O medo e a cobardia são grandes.
Anónimo disse…
Consagração a Nossa Senhora
Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a vós, e em prova da minha devoção para convosco, Vos consagro neste dia e para sempre, os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser. E porque assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como propriedade vossa. Lembrai-vos que vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa. Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa.
Anónimo disse…
Adorei a oraçãozinha! :-) especialmente a parte: "Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa." Até para nossa (deles) senhora a máxima de Shakespeare faz sentido: Um homem perdoa mais facilmente o assassino de seu pai que o ladrão da sua propriedade!
adorei!
peter
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
«Consagração a Nossa Senhora»
Deixei uma oração para que os leitores vejam a devoção do crente e o ódio à liberdade de expressão.
Apaguei-a mais de trinta vezes (só a partir de certo momento, deixei a indicação de a ter removido.
Esta é uma forma de impedir a liberdade de expressão.
Será por acaso que, durante a ditadura, a censura esteve confiada a padres e coronéis?
Anónimo disse…
Estou convencido que existirão muitos Social Democratas que não se revêem na forma de expressão e na forma de proceder de AJJ. Penso que falta alguma coragem política a quem de direito, para que a grosseira pessoa em questão, dê a vez a outro ou outra. Cumpra-se a Lei das Finanças Regionais.
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Comentários
Pode ser recorrer ao tema igreja, já que raramente fala nele.
Basta de perder tempo e espaço com este cavalheiro.
Ó Senhora minha, ó minha Mãe,
eu me ofereço todo a vós,
e em prova da minha devoção para convosco,
Vos consagro neste dia e para sempre,
os meus olhos, os meus ouvidos,
a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou vosso,
ó incomparável Mãe,
guardai-me e defendei-me como propriedade vossa.
Lembrai-vos que vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa.
Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa.
especialmente a parte: "Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa." Até para nossa (deles) senhora a máxima de Shakespeare faz sentido: Um homem perdoa mais facilmente o assassino de seu pai que o ladrão da sua propriedade!
adorei!
peter
Deixei uma oração para que os leitores vejam a devoção do crente e o ódio à liberdade de expressão.
Apaguei-a mais de trinta vezes (só a partir de certo momento, deixei a indicação de a ter removido.
Esta é uma forma de impedir a liberdade de expressão.
Será por acaso que, durante a ditadura, a censura esteve confiada a padres e coronéis?
Penso que falta alguma coragem política a quem de direito, para que a grosseira pessoa em questão, dê a vez a outro ou outra.
Cumpra-se a Lei das Finanças Regionais.