A Oscar Mascarenhas, amigo e jornalista


Esperava-o um destes dias, a ele e à Natal,  para jantarmos em Coimbra, e a morte veio assim, de repente, depois de ter estado a trabalhar às 7H00 da manhã de hoje. Parou-lhe o coração, a ele a quem nunca pararam as palavras.

Era um homem de convicções, guerrilheiro da palavra que acerta no alvo, numa prosa imaculada, e era a Verdade a obsessão de quem queria que lhe contassem sempre duas versões para ele poder decidir com calma.

Na morte do amigo indefetível resta-me o abraço que acabo de mandar, por telefone, à Carolina, sua filha, e à Natal, as duas mulheres que lhe preenchiam a vida, depois da morte da mãe a quem tão poucos anos sobreviveu.

Até sempre, Oscar!

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