Homenagem a José Vilhena



Faleceu hoje, aos 88 anos, escritor, cartoonista, pintor e humorista português cuja popularidade o tornou desprezado por pretensiosos aristocratas que se acanharam a reconhecer-lhe o talento multifacetado.

Iconoclasta, jacobino e democrata era uma figura incómoda. O traço mordaz e a prosa verrinosa valiam-lhe a prisão e apreensão dos livros. É justo lembrar quem tanto gozo garantiu aos anticlericais e antissalazaristas no combate solitário que foi a sua imagem de marca.

José Vilhena autorizou a Associação Ateísta Portuguesa (AAP) a utilizar os desenhos com  que zurzia os tartufos.


No seu passamento, aqui fica um.

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