A FRASE

«Grécia e zona euro têm de se preparar para o pior»
(Passos Coelho, ontem à saída da reunião do Conselho Europeu)

Passos Coelho, putativo PM saído da proveta de Miguel Relvas, Marco António e Paulo Júlio, ungido por Cavaco Silva, acabou, à força de lhe chamarem primeiro-ministro, por assumir a representação do cargo.

A inépcia é tal que, ainda há dias, assegurava que Portugal era imune ao que se passasse na Grécia, enquanto o PR o secundava com o prestígio de um curso honestamente tirado mas esquecido na cegueira de notário do PSD.

Perante aquilo que qualquer leigo sabia, com notícias de que só a Bolsa chinesa, em três semanas,  perdeu 10 vezes o PIB grego, lá percebeu os avisos de Obama e de todos os responsáveis políticos que previram, passe o paradoxo, a imprevisibilidade das trágicas consequências da falência grega a nível global.

Indiferente ao drama grego, e ao facto de Portugal ser quem se segue, o inepto político, amestrado na madraça da JSD, limitou-se a ajudar a esticar a corda que asfixiou o povo grego sem saber que sobrava para quem lhe permitiu o lugar que ocupa.

E ficará até outubro, com o país sem rumo, sem desígnio e sem Orçamento de Estado para 2015.

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