Nepotismo PÀF



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e-pá! disse…
Ao tomarmos conhecimento do montante do vencimento acordado entre o BdP e o ex-SE Sérgio Monteiro, baseado no quantitativo que o mesmo auferiria à data da entrada para o XIX GC, ficamos a saber que para alguns 'figurões' os lugares de administração são 'contratos sem termo'.
Mais uma vez este jovem político quer 'comer-nos as papas na cabeça'. Se regressasse ao Caixa Banco Investimento ocuparia o lugar de director. É que o lugar na administração é da competência dos accionistas, no caso da CGD, o Estado, estando toda a regulamentação das remunerações sujeitas às regras aplicadas à função pública, sector onde o governo - a que pertenceu o 'jovem político' - se entreteve a fazer cortes a eito.
As funções de administrador cessam quando aceita integrar o Governo e para 'seu' o lugar é nomeado outro elemento.

Bem, Sérgio Monteiro certamente precisava de mais tempo para resolver 'à sua maneira' o problema ocupacional (professional) após a cessação de funções governativas.
Para os seus dotes de malabarista era 'fácil' privatizar a CGD (a argumentação 'pret-à-porter' já estava toda engatilhada).
E depois era só criar o novo cargo de 'privatista', isto é, um pretenso estadista que torna um 'mercenário das privatizações' e, de seguida, atribuir para o novo cargo os tais 30 mil euros mensais.

Tudo isto lembra o antigo refrão: 'Fácil, barato e dá milhões'.

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