É urgente ilegalizar o PCP, o BE e o PEV e até o PAN

Quando os incautos votam em partidos que não têm legitimidade para ser governo, nem sequer para apoiar, é inaceitável que tais partidos subsistam e, ainda menos, que possam disputar eleições.

Deus, Pátria e Família não se discutem. As eleições serão boas para os ingleses mas não servem os portugueses, habituados a quem manda, incapazes de distinguir partidos bons dos maus e tão incautos que aceitam que o PS possa decidir a sua política de alianças ou entendimentos com quem lhe aprouver.

Há portugueses renegados que defendem os sindicatos, o direito à greve, a liberdade de associação e outras bizarrias e, pior, que os resultados eleitorais possam sobrepor-se ao que pensam os que votam bem e que a AR sirva para criar governos.

Felizmente, e nisso concordam os amigos do Professor Cavaco, o patriarca de Lisboa e os amigos do peito e da hóstia de Sua Excelência, a Pátria não pode ser entregue a quem não dá garantias de a estimar, de chorar o império perdido e de sentir nostalgia de quem nos poupou à entrada na guerra, com a ajuda da Senhora de Fátima, é certo, mas com a indómita vontade de defender o Imperio, infelizmente perdido, e a União Nacional.

A irreversível defunção da Irmã Lúcia impede-a de dizer ao Sr. Cardeal que Cavaco é o enviado da Providência e não espantaria que a Senhora de Fátima fosse a Boliqueime anunciar que o filho da terra era o enviado do seu amado filho.

Não tem o pio Professor condições para prolongar o mandato, mas não lhe falta audácia para, à semelhança do Sr. D. Carlos, indigitar Passos Coelho para uma tarefa idêntica à que o rei incumbiu a João Franco, com igual legitimidade e sentido patriótico.

O Prof. Cavaco pretende apenas que o governo de Passos Coelho crie a sopa dos pobres e que a Divina Providência o ajude a erradicar comunistas, bloquistas e socialistas.

A História, que tão injusta foi para o Sr. D. Carlos e o Sidónio, há de fazer-lhe justiça.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O último pio das aves que já não levantam voo

Cavaco Silva, paladino da liberdade

Efeméride – 30 de outubro de 1975