O que é mais terrível é a mesquinhez de quem vem achincalhar quem já está em baixo. Cavaco acreditou em Oliveira e Costa, Duarte Lima e Dias Loureiro, mas nunca acreditou em Sócrates. Se o ex-PM não lhe merecia a confiança, por que não dissolveu AR quando considerou que Sócrates tinha passado das marcas? Sampaio fê-lo por bastante menos (e a meu ver bem). Por que razão deixou ao invés que se conspirasse à sua sombra para destruir o governo do PS em 2009? Trata-se de um vil ajuste de contas que mostra o que já sabíamos, falta ao ex-PM e ex-PR qualquer espécie de grandeza... Suspeito que a História não será nada meiga na sua apreciação dele, mas isso só o tempo o dirá... E, seja como for, Cavaco está de tal modo consumido pelo despeito, que julgo que nem sequer se importa com isso...
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
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