Reflexão

Não surpreende que os órgãos de comunicação social privados estejam ao serviço da direita e destilem ódio contra o atual governo.

Era de esperar o recrudescimento da intriga e do ressentimento depois do anúncio de sucessivos êxitos no campo económico  e do falhanço do desejado fracasso governamental.

O que admira é a hostilidade sistemática da televisão e da rádio públicas no seu desvairado alinhamento com os interesses e os negócios que a comunicação social privada promove ao serviço dos grupos económicos que a detêm.

O pluralismo informativo não é uma concessão ao arbítrio da direita, é uma exigência ao serviço da democracia.

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