sexta-feira, junho 29, 2007

Espaço dos leitores

Jardins Suspensos da Babilónia
(wikipédia)

4 Comments:

At sexta jun 29, 05:15:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Obras públicas em Coimbra: Quem são os camelos?

28-Jun-2007
Com a excepção do Hospital Pediátrico – cujas futuras instalações, embora lentamente, estão a ser erguidas –, as obras públicas devidas a Coimbra sob a alçada do Governo fazem a travessia do deserto, desconhecendo-se quem são os camelos.

Nesta matéria, nada mais pertinente do que a prudência daquele espanhol que, sem acreditar em bruxas, sabe que elas existem. Não somos adeptos da teoria da conspiração, nem achamos que o PSD tenha autoridade moral para imputar ao Executivo de José Sócrates todos os males de que Coimbra padece, mas o concelho (globalmente considerado) e a cidade (em particular) têm razões de queixa.

A variante ao Itinerário Complementar nº. 2, prevista para o segmento compreendido entre a ponte-açude e Cruz de Morouços, tarda em ser construída, apesar de o respectivo concurso ter sido lançado, pelo anterior Governo, há mais de dois anos.

Apesar da determinação evidenciada pela secretária de Estado dos Transportes, o projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego (que contempla a instalação do eléctrico ligeiro em Coimbra) está a ignorar os cenários que a governante anunciou.

O prazo prometido para a concretização da modernização do Ramal da Lousã, com adopção de bitola europeia em matéria de afastamento dos carris, expira dentro de pouco mais de um ano, sendo que a Refer tem primado pela falta de comparência em matéria de arranque da primeira fase do SMM. Quanto à fase seguinte, destinada ao prolongamento da linha (em bitola europeia) de Coimbra - Parque a Coimbra - B e à construção da ligação aos Hospitais da Universidade, bastará dizer que nem rasto há do concurso previsto para o primeiro semestre deste ano.

Por outro lado, a Refer tem-se remetido a um ruidoso silêncio no tocante à reconversão da estação ferroviária de Coimbra - B, apelidada (e bem) de “apeadeiro velho” pelo antigo presidente da Câmara Manuel Machado.

Da localização em Coimbra da estação do TGV (Rede ferroviária de alta velocidade) também nada se sabe, sendo que a indefinição está a prejudicar o trabalho de revisão do Plano Director Municipal.

Neste contexto, veio, há dias, o vereador e líder concelhio do PS/Coimbra, Luís Vilar, alertar para a defesa da construção de novo aeroporto na Ota. É inegável o benefício para Coimbra e respectiva região inerente à construção de uma infra-estrutura aeroportuária a Norte de Lisboa. Porém, fazer combate partidário na praça de 8 de Maio com este argumento, e ignorando as omissões do Governo em relação a Coimbra, é um acto de demagogia política.

O breve retrato que aqui traçámos põe a claro que o Executivo de José Sócrates lembra-se frequentemente de Coimbra sobretudo a pretexto da co-incineração de resíduos industriais perigosos, algo com que o ministro do Ambiente sonha mesmo à revelia da decisão judicial que lhe exige a realização de novo estudo de impacte ambiental na zona de Souselas.

O desprezo que o Governo nutre pelos conimbricenses – à semelhança do ostracismo a que fomos votados por anteriores executivos e de que é paradigmático o caso da discriminação dos Transportes Urbanos em matéria de indemnizações compensatórias – exige da nossa parte uma resposta enérgica.

Reacções pífias como a protagonizada recentemente pela Câmara Municipal ao mandar exibir na frota dos SMTUC os milhões de euros dados pela Administração Central aos operadores de transportes de Lisboa e do Porto são, por certo, muito bem intencionadas, mas não atrasam nem adiantam.

Pelos Transportes Urbanos de Coimbra passam diariamente muitas pessoas que, embora sem residir no concelho, vêem as respectivas viagens ser comparticipadas pela Câmara local. Recai, assim, sobre o cofre da praça de 8 de Maio um encargo que deve ser suportado pela Administração Central.



(Rui Avelar)

 
At sexta jun 29, 11:09:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

A governação só tem olhos para os 3% do défice
Quando lá chegar, estoira-se tudo em fogo de artifício e numa qualquer obra que reze para história numa qualquer placa ter sido lançada por Sua Excelência, o Grande Iluminado da Lusitânia
Quem está mal, que emigre!

 
At sábado jun 30, 03:33:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

.......UM AVISO..........

Os bufos voltaram, na pele de jovens da JS...fotografam os papeis, avisam o partido, este o governo e pronto...rua.

Todo o cuidado é pouco, não há tolerância.

 
At sábado jun 30, 09:53:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

"A não ser que mude de nome, o PS deve ter preocupações sociais"

O socialista que introduziu o Serviço Nacional de Saúde reconhece que o sistema carece de medidas de ajustamento, afectado que está pela procura desnecessária e o desperdício de recursos. Na parcela da entrevista que hoje será emitida na Antena 1, António Arnaut insiste na tese de que o SNS constitui um instrumento de justiça social e acusa Correia de Campos de falta de sensibilidade. "A saúde não é aritmética", sustenta.

Fonte: Jornal de Notícias

 

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