Manuel Porto escreve sobre a Ota

Texto bem fundamentado.
Argumentos fortes.

Comentários

Anónimo disse…
Desde que seja um prof.univ.então já está justificada a 'bondade' do 'projecto'.E isso dos interesses privados passa a ser a virtude da iniciativa privada com a pleiâde de 'beneficiários' do costume à minha conta:Já dei para esse peditório mas,ainda não vi ninguém a falar da real necessidade de um aeroporto,pq a necessidade q há ,é para encher os bolsos dos mesmos do costume.Por acaso o AL ainda não preencheu os slots/hora máximos q é de 40 e,nos dias mais concorridos não vão além de 34!!!Depois,esse sr.univ. ainda não leu nada sobre o Pick Oil(duvido) o que levando isso em conta é fácil prever q vai haver aumento de tarifas,logo diminuição do uso de aeroporto...
Qdo me vêm com estas do sr prof(é ver os prof à frente dos governos antes e depois do 25/4/74e,o estado em que isto está para se deduzir que têm sido uns incompetentes para o bem público e uns deuses de serviço aos chulos da banca.Posto isto ,o seu posté uma porcaria bajuladora e de cócoras aos grandes interesses.Tem sido sempre assim e enquanto´lá estiver os mesmos do costume continuará assim!
Anónimo disse…
1 - O que me surpreende é o total alheamento da Câmara de Coimbra quanto à localização do aeroporto, como se fosse indiferente ao desenvolvimento da região.

2 - E o silêncio do advogado Castanheira Neves entretido com os resíduos tóxicos.
Anónimo disse…
Entendo que foram expostas as as razões pessoais. Da rentabilidade do novo equipamento, todos são pouco esclarecedores. Porquê esta preocupação economicista?. SEREMOS NÓS AS CAMADAS MÉDIAS E BAIXAS QUE IREMOS PAGAR O EMPREENDIMENTO, E SEUS . . . DESLIZES.
Anónimo disse…
Carlos Esperança

O seu comentário anterior é aleijado... Manuel Porto é o Presidente da Assembleia Municipal por conta do PSD, é a favor do aeroporto na Ota. O advogado Castanheira Barros, só se tem envolvido na questão da co-incineração, coisa que não é do seu agrado.

A Câmara Municipal está reagindo à questão do aeroporto através do Presidente da AM, acho pouco ?

A sua provocação é triste.
Anónimo disse…
Para quem não tinha um minuto a perder, agora já se pode esperar seis meses!!!
Cá pra mim Cavaco deu tau-tau no Senhor Engenheiro Técnico Civil!!!
Anónimo disse…
«A sua provocação é triste».

Caro anónimo:

A sua desculpa é inconsequente.

1 - Desde quando é que os presidentes das Câmaras reagem através dos presidentes das Assembleias Municipais?

2 - Se fosse verdade, ao menos já teria sido invocada a qualidade de porta-voz mas o presidente da AM é protocolarmente mais importante do que o Presidente pelo que não o pode fazer.

3 - Por que motivo Carlos Encarnação não apoia a Ota, à semelhança dos colegas de Leiria, Santarém e outros?

4 - Já está farto de Coimbra e os interesses do partido (e os seus) são mais importantes do que os de Coimbra.

5 - Quem represaenta qualquer Câmara é SEMPRE o presidente ou um vereador por delegação sua.
Anónimo disse…
4 - Já está farto de Coimbra e os interesses do partido (e os seus) são mais importantes do que os de Coimbra.

Não tenho que fazer a defesa do Presidente da Câmara mas sempre lhe digo, que ele é nascido e criado em Coimbra, ao contrário d'outros...
Anónimo disse…
Visto da AR - Ota:
Este têxto de Manuel Porto, constitui a sua intervenção no colóquio/debate na AR em 11Jun07, onde recebi um exemplar do mesmo - tem alguns argumentos de ponderar.
Do outro lado, falaram um Engº Aeronáutico, José Lopes, colocado no MDN (general da FA) e um Prof do Técnico, Paulino Pereira - a arrazar a Ota.
O Prof Augusto Mateus, insuspeito, pareceu-me o único interveniente com dúvidas. Caso raro!
A admitir a possibilidade de vir a adoptar-se uma solução alternativa à da Ota.
Quanto a mais estudos para este peditório, e ao ver nas bancadas o melhor presidente de câmara que houve em Lisboa (João Soares), ocorreu-me uma sua significativa e frequente expressão: «não há pachorra».
CA disse…
Para uma intervenção no colóquio esperava mais na defesa da Ota. Onde outros participantes apresentaram cálculos detalhados Manuel Porto faz vagas sugestões, esquecendo-se de dados como a diferença de custos entre fazer a linha de TGV de Lisboa a Santarém pela margem esquerda ou pela margem direita (esta custa mais 1000 milhões de euros).

Depois apresenta algumas frases que me parecem completamente alheadas da realidade:

"sendo aliás públicos só menos de dez por cento dos custos"

Isto é absurdo quando pensamos que além dos custos da Ota no Orçamento de Estado será entregue uma empresa pública lucrativa com os aeroportos de Porto e Faro e eventualmente os terrenos da Portela. Além do mais a Ota tem acessos muito mais caros e essa diferença de preço sairia do Orç. de Estado.

"O transporte ferroviário não são linhas, são fluxos de comboios e pessoas."

Também na AR Manuel porto esqueceu-se das mercadorias. Na AR chegou mesmo a dizer que o aeroporto era para pessoas quando Augusto Mateus tinha acabado de apresentar estatísticas que mostravam que na Portela pessoas e mercadorias têm pesos semelhantes.

Nenhuma referência ao impacto dos custos nas taxas de aeroporto nem à incapacidade de expansão que poderia limitar drasticamente o período de vida útil da Ota.

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