A intolerância religiosa no Irão

Rushdie cavaleiro é «insulto» ao Irão

Reacção dura à decisão do Reino Unido em homenagear o escritor

«Se algum homem-bomba se fizer explodir, ele teria toda a razão para o fazer a não ser que o governo britânico peça desculpa e retire o título de «cavaleiro» a Salmon Rushdie, referiu esta segunda-feira o ministro dos Assuntos Religiosos do Irão, Mohammed Ijaz ul Haq citado pela Sky News.

RE: Para além do erro de sintaxe, fica a demência do ódio, a intolerância da fé, o horror à liberdade e o coice da besta.

«Este é o momento para 1.5 biliões de muçulmanos de todo o mundo se aperceberem da gravidade desta decisão», acrescentou salientando ainda que o «Ocidente está a acusar os muçulmanos de extremismo e terrorismo».

RE: Não são os muçulmanos os extremistas, é o Islão que é criminoso, bárbaro e boçal, que odeia a liberdade mais do que o álcool e o toucinho.

O Irão acusou o Reino Unido de insultar o Islão ao ordenar cavaleiro o escritor Salman Rushdie, autor da polémica obra «Versículos Satânicos», que lhe custou uma fatwa, lançada pelo Ayatollah Khomeini.

RE: Quem insulta a inteligência e a democracia é o Irão com a violência contra as mulheres, com autorização de casamentos por meia hora e a legitimidade de um homem se poder casar com uma criança de 9 anos.

Segundo Mohammad Ali Hosseini, porta-voz do ministro dos negócios estrangeiros, a decisão de honrar o novelista é um atentado à sociedade islâmica, uma vez que Rushdie é «uma das figuras mais odiadas».

RE: Ser uma figura odiada do Islão é a prova da grandeza moral da vítima.

«Honrar e entregar uma comenda a essa figura odiosa coloca definitivamente os oficiais britânicos em confrontação com as sociedades islâmicas», disse, indo ainda mais longe nas acusações: «Este acto demonstra que o insulto aos valores sagrados do Islão não é acidental. É planeado, organizado, guiado e apoiado por alguns países ocidentais».

RE: Quem se coloca em confrontação com as sociedades livres e democráticas é o Corão, um livro pouco recomendável, arauto de uma civilização falhada e de inomináveis atrocidades.

Comentários

Manuel Norberto Baptista Forte disse…
"Quem se coloca em confrontação com as sociedades livres e democráticas é o Corão, um livro pouco recomendável, arauto de uma civilização falhada e de inomináveis atrocidades."
"confrontação" quem é que a procurou sempre com o Corão?.
"sociedades livres", dêeem-me um exemplo na sociedade actual.
"atrocidades", diáriamnete são cometidas com maior ou menor complacência da sociedade contemporânea.
A Bíblia, o que é ?.
... e vamos dar de barato o disparate do bilião (em vez de milhares de milhões), tradução errada do "bilion".

Na notação usada em Portugal, um bilião é um milhão de milhões (é a chamada "regra do n-lião").

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