Ota - Filantopia e coincidências

O estudo da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e da Associação Comercial do Porto (ACP) com vista a encontrar uma alternativa à Ota para a construção do novo aeroporto de Lisboa foi financiada, em parte, pela Lusoponte. (17-06-2007)


Ponte Europa - Notas Soltas - Abril/2007 (1 de Maio/2007)

OTA – Os Governos de Guterres, Barroso e Santana convergiram, após 30 anos de estudos, na localização do já atrasado aeroporto. Só agora, depois da decisão, surge a controvérsia. Gato escondido com Lusoponte de fora?

Comentários

Anónimo disse…
Uma vergonha, principalmente para o Presidente da República.
Ao dizer que não queria saber quem tinha financiado o estudo, esqueceu-se de um pormenor muito simples: as máfias têm muito dinheiro, podem encarar o financiamento de estudos como uma forma de lavagem de dinheiro, também de lhes conferir credibilidade.
Não é este o caso, como sabemos não há máfias do cimento em Portugal, mas o PR abriu um precedente.
Se amanhã lhe aparecerem com um estudo a provar que a liberalização total das drogas é benéfica, vai olhar para o estudo e dizer que não lhe interessa quem o financiou?
Ora vão aqui:

http://ponteeuropa.blogspot.com/2007_05_01_archive.html

E, para que conste, anda aqui gente que cavalga a chuva !
CA disse…
"Os Governos de Guterres, Barroso e Santana convergiram, após 30 anos de estudos, na localização do já atrasado aeroporto."

Mas os 30 anos de estudos sempre resultaram em considerar a Ota o pior local!

O que foi estranho foi o interregno em que a Ota foi aceite sem ler os estudos feitos.

Os novos estudos, independentemente do financiamento, só repetem os anteriores: Ota é um mau local.
CA:

Admitamos que a Ota é o pior local (não tenho preparação para discutir a questão) mas não será estranho que tenha merecido o OK dos Governos de Guterres, Durão, Santana e Sócrates?

A margem esquerda (agora chamada Sul) não será aliciante para a Lusoponte e os interesses (Belmiro e Amorim) de Troia?
Anónimo disse…
A ponte do post será aquela da "bomba" do Almeida Santos ?

Para justificar o injustificável os políticos lembram-se de cada uma.

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