«Agora, com pena o digo, não tenho qualquer dúvida que [Marcelo Rebelo de Sousa] vai ficar na História como o pior presidente de todos». (Lida no blogue Causa Nossa, Vital Moreira)
Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Um chorrilho de chavões vazios de conteúdo.
58 segundos de tempo de antena para dizer que a "Inter-Comissões de Luta" tinha aprovado uma moção, ou uma resolução, contra o Serviço Cívico. É obra!
Arrepiante é saber que esta "cabeça" preside à Comissão Europeia.
Hoje, tornou-se no marketeiro(expressão brasileira) dos vulneráveis consensos que pretendem afastar-nos da profunda crise da economia real.
Os neurónios são os mesmos. Como se sabe não se regeneram, nem se recuperam. Somente, podem esclerosar-se ou definhar-se.
Há lugar para nacionalismos na União Europeia?