China e as mensagens ocultas …

Barak Obama à chegada ao território chinês sai pela 'escada de serviço' do Air Force One,
sem direito a passadeira vermelha.

Os incidentes que ocorreram na China durante a recepção ao presidente Barack Obama, que se deslocou aí para participar na 11ª cimeira dos G 20, dificilmente se poderão explicar por simples actos de negligência, de descuido ou acontecimentos fortuitos.
 
Se existe um povo empenhado (e rigoroso) em cumprir procedimentos protocolares, respeitar etiquetas, proceder a cortesias e simultaneamente fazer passar mensagens silenciosas ou codificadas são, certamente, os chineses. Por alguma razão Confúcio terá publicado o 'Livro das Etiquetas'.
 
A linguagem encriptada que estará subjacente e aparentemente foi usada no aeroporto Hangzouh Xiaoshen tem, para já, uma nítida e inequívoca dimensão.
Fazer com que a chegada de Obama ao G 20 seja feita pela porta pequena (ou a do fundo) do Air Force One link é um claro gesto diplomático, pleno de significado.
Isto é, a atitude displicente ocorrida no aeroporto não pode deixar de ser vista como uma retirada de protagonismo aos EUA no seio das 20 maiores potências económicas mundiais.
 
Todavia, poderão existir ainda outras e variadas interpretações. Há, contudo, uma certeza: Donald Trump vai aproveitar-se deste incidente para voltar à carga com o seu sound byte favorito: “Make America Great Again”!

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