Câmara Municipal de Lisboa - Uma candidata

Helena Roseta demitiu-se do PS para concorrer na qualidade de independente.

Comentários

Anónimo disse…
Mais um dissidente do PS.
Mais um Manuel Alegre para dividir.
Mais uma derrota.
Anónimo disse…
Olhe que não, tarda o tempo dos cidadãos irem abrindo os olhos, mas mesmo de vagar lá se vai indo,
eu sei que vai demorando mas com a prestimosa ajuda dos "partidos"os eleitores vão abrindo os olhos e aqui e ali vai despontando candidaturas de independentes que vão ganhando espaço para bem da democracia é que como alguem dizia...a politica é um assunto demasiado séri para ser deixado só aos politicos...
Anónimo disse…
Saúdo esta decisão de uma Mulher de coragem que já deu provas variadissimas de usar a sua cabeça para pensar.
È pena que não surjam mais candidaturas independentes para ver se se põe fim a esta "ditadurocracia partidária e há sua arrogancia" é tempo de obrigar a que a modéstia tome conta de alguns partidos e que respeitem os cidadãos e os seus votos,é tempo de dizer que ninguem é dono de ninguem.
Anónimo disse…
Quando falava em derrota queria dizer dupla derrota.
A de Helena Roseta e a do candidato do PS.
Queimaram o pai, queimem agora o filho.
Mandei-no já agora para a fogueira com um alfinete de diamantes ao peito e um dente de marfim no cu. Ele deve apreciar.
Anónimo disse…
Se estivesse em Lisboa vota nesta candidatura.
Anónimo disse…
este Sr das 11 06 horas não tem nivel nenhum aliás não admira este tipo de comentários acéfalos depois admiram-se da qualidade desta democracia....
Anónimo disse…
Os urubos, estão aí...todos procurando o tacho.

Prognostico mais uma derrota para o PS, será a 4ª de Sócrates, ele merece...

Os lisboetas e os portugueses, estão lixados.
Anónimo disse…
então realmente "lixados" desde que a coligação POR LISBOA perdeu as eleições , mas enfim o Povo escolheu e pelos visto (na sua infinita sabedoria)mal.

é a vida
Anónimo disse…
continua o grave erro de julgar que as eleições autarquicas tem alguma coisa a ver com as legislativas ou Presidenciais, é preciso evoluir e perceber de uma vez por todas que os eleitores então mais "maduros"....é um processo lento mas vai andando.
Claro que isto perturba o monopólio partidário mas é da vida
Anónimo disse…
Não deixa de ser curioso que todos os comentários anteriores sejam anónimos, pelos vistos a Democracia ainda não amadureceu naquelas cabeças.
Eu morei em Cascais no tempo em que a Sra Bastonária Arquitecta foi Presidente da Câmara e não fiquei com saudades nenhumas, foi um desastre, não soube lidar com a situação de emergência que foram as cheias.
Anónimo disse…
A candidatura de Helena Roseta é uma consequência de inexplicáveis hesitações do PS nesta crise.
A agonia do executivo camarário alfacinha começou com MJ Nogueira Pinto, como todos se recordam.
Mas desde Janeiro que há uma evidente deterioração da condições políticas do executivo municipal para o exercicio normal do Poder Local
O PS, principal partido de oposição na CML, manteve uma atitude contemporizadora. Teve receio de lhe recair o ónus de liderar a queda do executivo. A deriva da liderança, não traz votos, só acarreta problemas.
Cria espaços vazios que, em política, são, inevitavelmente, ocupados de imediato.
É suposto - e legítimo - o PS ter uma estratégia para a Câmara de Lisboa. Não conseguiu fazê-la entender pela opinião pública, depois de 5 meses de crise, grave, sejamos claros. Aliás, embora seja um dos remotos responsáveis pela crise, Marques Mendes, com a posição que recentemente tomou, acabou por "capitalizar", junto dos lisboetas.
Helena Roseta saí das suas hostes do PS e decide candidatar-se. Este "imprevisto" vai perturbar toda uma eventual estratégia, já delineada...
Mas o PS não se pode queixar...
Os partidos políticos (quaisquer que sejam) não podem contar com a passividade dos cidadãos.
Pelo contrário, devem estimular a sua participação política (dentro e/ou fora dos partidos).

Agora, como diriam (alguns) italianos, ... avanti populo!
Anónimo disse…
Depois de Manuel Alegre, é a vez de Helena Roseta combater a partidarite, doença que enferma a democracia Portuguesa.
A partidarite é uma doença causada por germes que se mexem nos partidos. Começam muito pequeninos a abanar bandeiras e depois como se uma hierarquia silente houvesse ,pelo mero decurso do tempo, vão subindo patamares hierarquicos no partido, porque conhecem os corredores do partido, conhcem as esquinas e até o sitio onde são as latrinas! São caciques de militantes, importantissimos para quem quer aparecer em listas do partido que virão a ser plebescitadas ao povo nas eleições!!
Anónimo disse…
Manuel Alegre foi o único com eles no sítio, avançou contra os donos do partido que o quiseram usar...no fim viu-se quem tinha razão.
The_new_hope disse…
Que os cidadãos se organizem porque não acreditam nas forças políticas até acho que é uma louvavel mostra de cidadania. Mas políticos que acreditados e construidos nos partidos saem,por estes não terem seguido o seu rumo pessoal e cedido às suas ambições, isto já é questionavel.
Pior é morder a mão que os projectou e impulsionou quando não eram nada na política.

Será que desapareceu a solidariedade dos membros para com os partidos? Uma coisa é certa, a ambição não justifica tudo e estas atitudes são não só uma traição como uma inequivoca demonstração de falta de caracter.

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