Se no 1º. mandato já se fala em "excessso de protagonismo", num eventual ( se não houver "juízo" para aí vamos) 2º. mandato, como será? Um (qualquer que seja) governo de joelhos perante o PR ?. As características definidoras do regime democrático português não deverão ser tão subsidiárias da personalidade dos protagonistas políticos. Devemos defender, com alguma rigidez, a separação de poderes e - mesmo que se invoquem motivos "nobres" - estar atentos a reiterados desvios. O PR intervem com um frequência e à vontade na política quotidiana, muitas vezes entrando no âmbito meramente partidário e, por exemplo, sobre o desafio constitucional, de cariz separatista, lançado a partir da Madeira, assobia para o lado...
Anónimo disse…
Não vou nada que não se saiba, mas ... desculpem a "insistência". O dito P. S. tem a Maioria Absoluta na Assembleia da República (72%); assim para Legislar, mesmo mal, para que necessita de Pactos?.
Comentários
Excesso de protagonismo ou bom senso ?
Penso que Cavaco Silva, está cumprindo a sua obrigação.
Podia tê-lo feito sem conhecimento público, pois arrica-se a criar animosidades que lhe limitem o poder moderador.
É o meu ponto de vista (falível).
Se no 1º. mandato já se fala em "excessso de protagonismo", num eventual ( se não houver "juízo" para aí vamos) 2º. mandato, como será?
Um (qualquer que seja) governo de joelhos perante o PR ?.
As características definidoras do regime democrático português não deverão ser tão subsidiárias da personalidade dos protagonistas políticos.
Devemos defender, com alguma rigidez, a separação de poderes e - mesmo que se invoquem motivos "nobres" - estar atentos a reiterados desvios.
O PR intervem com um frequência e à vontade na política quotidiana, muitas vezes entrando no âmbito meramente partidário e, por exemplo, sobre o desafio constitucional, de cariz separatista, lançado a partir da Madeira, assobia para o lado...