Ai ai Timor...


Comentários

Anónimo disse…
Isso não é um bocado simplista, explicar tudo com o mesmo argumento? A vida é um bocado mais complicada do que a tenebrosa comspiração do aparelho económico-militar!...
Anónimo disse…
mc:

Uma caricatura não é um tratado político nem, ao menos, um artigo de opinião.
Vítor Ramalho disse…
Simplista mas verdadeira.
Governos australianos consecutivos, de coligações partidárias e trabalhistas, apoiaram a tomada do poder por Suharto em 1975 e 1978 em troca do controle sobre o gás e o petróleo do Mar do Timor. A Austrália tornou-se o primeiro país no mundo a reconhecer oficialmente a anexação do Timor Leste pela Indonésia, mesmo depois da queda de Suharto em 1998, o governo de Howard continuou a apoiar as tentativas de Jacarta em resistir às exigências da realização de um referendo no Timor Leste
Camberra só mudou de direcção quando se tornou evidente que Portugal, com o apoio da União Europeia, assegurou o apoio da ONU ao referendo. Isso abriu a real possibilidade de um Timor-leste “independente” que, sob a tutela portuguesa, não reconheceria os direitos australianos sobre o petróleo e o gás sob seu Tratado da Região do Timor com Jacarta. Com a assistência da administração de Clinton em Washington, o governo Howard embarcou em sua maior mobilização militar marítima desde a Guerra do Vietname.
Quando ainda recentemente os soldados australianos ajudam os manifestantes anti Governo a escrever, em inglês, nos pequenos cartazes que ostentam, frases a pedir a demissão do Primeiro-ministro, toda a encenação fica clara.
O ouro negro e o imperialismo Australiano sujam de sangue as terras de Timor.
Portugal cala e consente.
Anónimo disse…
De 6 a 8 de Março de 2008, o Conselho Pontifício para a Cultura (CPC) celebra a sua assembleia plenária, uma reunião de cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos e leigos, em representação dos cinco continentes, para analisar o fenómeno da secularização.

“Tratam-se de três dias de intenso diálogo e intercâmbio cultural para tentar responder às perguntas da cultura globalizada pós-moderna”, anuncia o organismo vaticano em um comunicado.


O problema da secularização será abordado “como nos é apresentado neste princípio do terceiro milénio, levando em conta sobretudo a sua dimensão cultural, às vezes conjugada em termos de secularismo”.


Este secularismo, declara o Conselho, não só nega explicitamente a presença de Deus, mas se manifesta também “numa mentalidade na qual Deus está ausente, total ou parcialmente, da vida e da consciência humana”.


“A consequência é um vazio existencial no qual a pós-modernidade se caracteriza pelo paradoxo do crescimento de uma realidade dupla: a secularização e a religiosidade, o ateísmo prático e os sucedâneos religiosos, em uma sociedade plural que busca uma ética cujos valores sejam aceitos por quem se proclama ‘absolutamente diferente’ e quem absolutiza o relativo”, conclui o comunicado do CPC, presidido pelo Arcebispo Gianfranco Ravasi.
Anónimo disse…
eu direi mais:

ai ai Timor já não te bastou teres que aturar a Ana Gomes, anos a fio, e agora isto !!!!

ai ai Timor !!!

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