Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Comentários
eheheheeh
O islão não descobriu a modernidade e perdeu-se nos seus códigos obsoletos, ao contrário dos povos europeus que souberam libertar-se revolucionariamente do poder temporal do papado (e de todos os outros poderes absolutos, inspirados ou não no ilimitado poder divino), que progressivamente foi recuando nos seus postulados dogmáticos, para não perder o pé.
Nos dias de hoje, assiste-se a uma mistura explosiva entre o islão e as sociedades tribais arabizadas, e que alimentam valores que vão contra os direitos fundamentais do Homem. É isto que se torna necessário denunciar e combater, para que o islão se transforme, se é que ainda é possível transformar-se.