Jardim e a acumulação de reformas


Não é o montante que está em causa, é a desfaçatez do sátrapa, a descoragem de quem o devia impedir e a insensatez de quem permitiu tão amplo estatuto autonómico. Todos.

Se a solidariedade com as regiões periféricas é uma obrigação patriótica, a honestidade insular devia ser uma exigência ética e uma questão de higiene cívica.

É em alturas de crise, quando quase todos sofremos a conjuntura internacional, os erros próprios e a inépcia do Governo, que a insolência do decadente governante madeirense e da sua tribo se afirmam como uma provocação que esta inqualificável maioria aprova.

Comentários

septuagenário disse…
Jardim é um dos vários cancros que as liberdades irresponsáveis pós ditadura, vão gangrenar Portugal durante muitos e muitos anos.

Graças àqueles inúteis túneis e asfalto, geologicamente a Madeira vai «derrocar-se» anualmente ou plurianualmente.

Mas ainda continua a haver muito malandreco por cá a exigir autonomias, mesmo com este exemplo madeirense.


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