As próximas eleições presidenciais_3

Gostaria de compreender como seria possível a um único candidato de qualquer área política obter mais votos do que a soma de todos, apesar de muitos pensarem que vários candidatos subtraem votos quando acredito que apenas os somam.
O que é indigno é alguém ter estado em cartaz mais de uma década a promover-se para a candidatura e a defender a sua área política e distanciar-se agora de quem apadrinhou, por ser gente pouco recomendável.

É preciso topete para esquecer quem foi o obreiro das candidaturas de Cavaco Silva a presidente do PSD e PM e, depois, a PR, e envergonhar-se agora da criatura de que foi criador, sendo conselheiro de Estado escolhido por quem ainda não deu posse ao PM e ao presidente da AR.

Enquanto Cavaco anda pela Beira Alta em campanha pelo anterior governo, esquecido de que as eleições já foram e o governo de que foi mandatário informal já caiu, Marcelo anda pelas televisões a passear a independência de quem foi defensor da pior direita.

Não tardará a dizer que nunca esteve contra a despenalização da IVG e que foi líder do PSD para fazer do partido uma União Nacional de todos os portugueses.

Se Marcelo fosse eleito, Ricardo Salgado, podia proclamar que Belém é para os amigos. Em cada mandato um amigo.

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