Obsessão corporativa

O bastonário da Ordem dos Engenheiros, disse hoje que a escolha da Ota para a localização do novo aeroporto foi uma «decisão política», defendendo que a engenharia não pode servir para «justificar» este tipo de decisões.

Comentário: Claro que foi uma decisão política. Mas poderia ser de outro modo? Quiçá, são os militares que decidem as guerras?

Comentários

Anónimo disse…
Este tipo de decisões politicas eram muito frequentes na era de Niazov, o recem falecido ditador do turquemenistão e auto-denominado pai de todos os turcomenos. Fez inumeras estruturas megalomanas ao arrepio de qualquer parecer técnico. Muitas delas ou já cairam ou estam a ceder.
Foram decisões politcas. Neste caso como na Ota os técnicos não devem ter uma palavra a dizer.
O tonto do Carlos Esperança concorda.
Aliás a obra que dá o nome a este blog, também teve problemas do genero traduzindo-se mais uma vez num buraco sem fundo, que deveria ser metido no ** do Manuel Machado.

Vou-me rindo enquanto leio os seus posts.
Anónimo disse…
Esperança,

Quando eras comunistas não tinhas estas ideias maquiavélicas.
Eras parvo mas não ainda não te faziam de parvo.
Continuas parvo mas agora ainda por cima fazem-te de parvo.
E tu como tens orgulho no que és adoras ser parvo.
Mas és um merdas de um parvo.
Não tens uma ideia propria. O que muitas vezes te leva a ter atitudes contraditórias, ao sabor do que ouves dizer. Tens cara de pau, não tens caracter. Sabes fazer muito bem é abanar com a cabeça, a troco de umas palmadas nas costas e pouco mais. Essa tua atitude perante a vida tornou-te num escravo mental.
Já sei que vais apagar este post. Mas mesmo que o apagues sei que o leste.
Ao menos que sejas um parvo alegre e que não tenhas noção da tristeza que és.
Anónimo disse…
Porra, ele há gajos a quem só sai da cabeça paleio de latrina!
Porque é que não vão para a casa de banho escrever coisas nas paredes?!
Mas, claro, nas festas lá da paróquia são figuras de primeira!
Anónimo disse…
Quando não se tem argumentos ataca-se o argumentador.

Coitados "perdidos" apenas numa visão canhestra. Refens de uma partidarite aguda que lhes tolda o pensamento livre.
Anónimo disse…
Decididamente não está clarificada se a Ota é a melhor opção. Conheço, a Ota (povoação), a BA, e ambos terrenos limitrofes.
Clarividência, urge urgentemente e com carácter de especificidade; acho que os Portugueses (que vão pagar) o merecem.
ana disse…
Mas pediram opinião ao bastonário?E ele fala na condição de bastonário, cidadão ou militante de algum partido?
Anónimo disse…
ana:

Fez as perguntas certas. Ninguém se deslocava de Lisboa, à sua custa, para vir defender uma posição cuja decisão lhe não cabe.
Anónimo disse…
Será obsessão corporativa ou post contra a Ordem dos Engenheiros, dos verdadeiros engenheiros...

As decisões políticas costumam ser tomadas com base em pareceres técnicos, credíveis e não encomendados (não pagos), ao invés dos pareceres da co-incineração.
P Amorim disse…
No último comentário diz-se que as decisões políticas são tomadas com base em pareceres técnicos. Assim devia ser. O problema é que os pareceres técnicos são variados e argumentativos, em geral não apontam uma solução única, mas diversas hipóteses das quais o político tem de extrair as suas conclusões.

Quanto à Engenharia estamos conversados, os casos da Ponte Europa ou do túnel do Terreiro do Paço em Lisboa, não são certamente culpa de políticos.
Anónimo disse…
Deliberar é feito de muitos. Agir é feito de um.

De Gaulle
Anónimo disse…
anonimo das Ter Mai 08, 06:12:00 PM , depois do que escreveu, bem que pode limpar as mãos ao papel higienico. Mais, ainda que não cientificamente comprovado, tenho em crer que a coprofagia afecta o cerebro, do qual V.Ex. é prova viva!
Anónimo disse…
As decisões políticas com base (exclusiva) em pareceres técnicos não será uma tecnocracia?
Anónimo disse…
A decisão da Ota é efectivamente baseada nem em parceres técnicos mas sim de um parecer de um técnico.
É pena que esse técnico seja bacharel!

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