Sarkozy regressa a Paris

Nicolas Sarkozy terminou as curtas férias em Malta depois da eleição como Presidente de França. Na chegada a Paris, foi confrontado com mais protestos da extrema-esquerda.

Comentário: Os distúrbios causados por quem não se conforma com os resultados eleitorais são um caso de polícia. É absolutamente inaceitável que não se respeitem resultados democraticamente expressos.

Comentários

Anónimo disse…
Hoje em dia tem-se o hábito de se conectar sempre politicamente ou socialmente qualquer acto de vandalismo exercido por miudos rebeldes, negros ou de "rastas" na cabeça, ou mesmo de cabeça rapada.

Estaremos assim tão longe da nossa propria juventude para não conseguir entender que isto era mais ou menos como ir ao pomar roubar maçãs?

Isto acaba logo que a comunicação social deixe de lhe dar cobro!
Anónimo disse…
Esta do relativista é muito boa. Na sua leitura os problemas que levam os jovens à violência acabam quando a comunicação social lhes deixar de dar cobertura.

Eu já ouvi essa teoria ser aplicada a uma outra coisa: aos incêndios florestais em Portugal.

Meu amigo, a resposta está nas políticas que se implementam ou não. Se não existissem motivos para as pessoas, neste caso jovens, se revoltarem, não haveriam convulsões sociais e viveríamos mais tranquilos.

Acho piada a essa teoria chavão relacionada com a comunicação social.

Acho mesmo...
Anónimo disse…
Estes vandalos celebram a liberdade à pedrada.

ChicoMartins
e-pá! disse…
ChicoMartins:

Sejamos precisos.
Sarkozy não os classifica como vândalos...
Chama-lhes "racaille", isto é, escumalha.
O que parecendo um sinónimo pode
traduzir o posicionamento político-social de Sarkozy, perante a estrutura de classes da sociedade francesa.
Ou, se quiser, um apelo à exclusão.

O neo-liberalismo tem muitas "nuances" semânticas.
Anónimo disse…
é-pá,

Alguem que celebra a liberdade à pedrada, incendeia o carro dos outros, etc, não tem outro nome senão escumalha, independentemente da sua origem social ou geográfica
Não se trata de exclusão social, mas sim de autoexclusão

Ainda para mais quando estamos a falar de um fiho de emigrantes hungaros.

Deixemos os preconceitos esquerdistas.

ChicoMartins
Anónimo disse…
Point of view:

Se este blog não fosse lido por ninguém você dava-se ao trabalho de comentar ?
Anónimo disse…
ChicoMartins,

"independentemente da sua origem social ou geográfica"...

o problema está no "independentemente"...
É que, na verdade, não é!

Preconceitos, preconceitos sociais, não precisa de procurar muito, basta olhar para Sarkozy...
Anónimo disse…
Na Ucrânia repetriam-se eleições porque não se aceitou os resultados democraticamente expressos.
Ah! Tinham sido adulterados, dizem os defensores da onda laranja... ...então já agora como explicam que nas eleições seguintes o vencedor pró-russo da primeira eleição tenha ganho as legislativas???

Se é legítimo colocar em causa os resultados das eleições na Ucrânia porque não na França? Sarkozy é da mesma estirpe do que Bush, Berlusconi, Santana e todos eles venceram eleições com fraude ou tentativas da mesma (em Itália Berlusconi perdeu as últimas eleições porque foi detectado a tempo uma enorme fraude dos votos que provinham do Sul de Itália).
Mas se é assim, porque é que quem perde não reclama? Basicamente pq quem perde a eleição tem muito a ganhar do actual sistema democrático, logo reclamar poderá colocar em causa o actual sistema e os seus privilégios.
el s

Mensagens populares deste blogue

O Sr. Duarte Pio e o opúsculo

Coimbra - Igreja de Santa Cruz, 11-04-2017