Iraque - Não à impunidade

"Llamamos a la ciudadanía a asumir el protagonismo
que se ganó en las movilizaciones contra la guerra,
reclamando ahora la responsabilidad de quien no quiso
escuchar entonces nuestras voces".
Manifiesto contra la Impunidad por la Guerra de Iraq
Si quieres organizar o participar en la organización de tu Asamblea: juicioaaznar@gmail.com
Comentários
A guerra do Iraque foi, para os políticos europeus, uma imposição americana.
Teve a sua génese nas catacumbas do Pentagono e no salão oval da White House, em sucessivos conclaves de "neo-cons".
Nenhum político europeu tinha qualquer tipo de mandato para se lançar em tamanha aventura e tão desastroso desaire. Nem mandato, nem delegação representativa.
Era preciso procurá-la. Alguns fizeram-no, como Blair, mentindo descaradamente na Câmara dos Comuns. Outros - todos memtiram aos seus povos - avançaram à cegas (como Aznar e Barroso), com o rei na barriga, como se fossem para uma nova cruzada.
Bush, utilizou o alinhamento político dos seus aliados para os tornar cúmplices de um crime.
Que o povo espanhol queira pedir contas a Aznar, acho muito bem.
Este só pode queixar-se de Bush, porque quando circulava nas ruas das cidades espanholas, praticamente em cada casa, podia ler: GUERRA, NO!
Que saibamos não é analfabeto.
Instituir um código de responsabilidade política - livre de imunidades bacocas - é urgente e poderá moderar a efémera governação democrática das tentações arrogantes que quase sempre configuram intoleráveis abusos do Poder e, no limite, irreparáveis perdas de vidas.