Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
O problema resulta da lentidão das reformas, de uma crónica ausência de "aggiorgamento".
A juventude não é receptiva às doutrinas esclerosadas de Ratzinger, como já não foi aos lideres religiosos anteriores, por mais "populares" que tenham sido.
A Igreja terá percebido isso a partir da década de 60, quando, basaeada em "cientistas" do seu clã, se pos a teorizar sobre a vida e os seus mistérios e proibiu a plula anticonceptiva.
Assistiu-se a uma desobediência massiva. Se tomar-mos, como exemplo o Brasil, um País eminentemente católico, embora pejado de seita religiosas, os números que encontarmos são os seguintes: 53% disponibilizam camisinha como método anticonceptivo;.
47%, pílula; 16%, DIU; 13,5%, métodos hormonais injetáveis; ...
Perder, entre 2000 e 2007, 100.000 praticantes é muito. Demasiado, se incorporarmos nesta migração para a indiferença ou para o agnosticiismo (já não falo no ressurgimento ateísta) aqueles que já eram pouco fieis - os "não praticantes".
Papas como Ratzinguer vão agravar a crise da Igreja que se instalou desde a Reforma.
No aspecto religioso ritual pouco importa. Mais missa menos missa o Mundo anda...
Importa antes, dada a actividade tentacular da Igreja na sociedade, quais os danos sociais.
Poderão ser significativos.
Embora a Igreja , como a portuguesa, inadaptada, tenha sido um obstáculo ao progresso social. Mas é, por inqualificável deficit do Estado, o mais importante actor nesta área (social).
Incongruências... O artigo de VPV no Público de hoje mostra, de algum modo, a grave crise da Igreja.
O problema resulta da lentidão das reformas, de uma crónica ausência de "aggiorgamento".
A juventude não é receptiva às doutrinas esclerosadas de Ratzinger, como já não foi aos lideres religiosos anteriores, por mais "populares" que tenham sido.
A Igreja terá percebido isso a partir da década de 60, quando, basaeada em "cientistas" do seu clã, se pos a teorizar sobre a vida e os seus mistérios e proibiu a plula anticonceptiva.
Assistiu-se a uma desobediência massiva. Se tomar-mos, como exemplo o Brasil, um País eminentemente católico, embora pejado de seita religiosas, os números que encontarmos são os seguintes: 53% disponibilizam camisinha como método anticonceptivo;.
47%, pílula; 16%, DIU; 13,5%, métodos hormonais injetáveis; ...
Perder, entre 2000 e 2007, 100.000 praticantes é muito. Demasiado, se incorporarmos nesta migração para a indiferença ou para o agnosticiismo (já não falo no ressurgimento ateísta) aqueles que já eram pouco fieis - os "não praticantes".
Papas como Ratzinguer vão agravar a crise da Igreja que se instalou desde a Reforma.
No aspecto religioso ritual pouco importa. Mais missa menos missa o Mundo anda...
Importa antes, dada a actividade tentacular da Igreja na sociedade, quais os danos sociais.
Poderão ser significativos.
Embora a Igreja , como a portuguesa, inadaptada, tenha sido um obstáculo ao progresso social.
É, por inqualificável deficit do Estado, o mais importante actor nesta área (social).
Incongruências...portuguesas.O artigo de VPV no Público de hoje mostra, de algum modo, a grave crise da Igreja.
O problema resulta da lentidão das reformas, de uma crónica ausência de "aggiorgamento".
A juventude não é receptiva às doutrinas esclerosadas de Ratzinger, como já não foi aos lideres religiosos anteriores, por mais "populares" que tenham sido.
A Igreja terá percebido isso a partir da década de 60, quando, basaeada em "cientistas" do seu clã, se pos a teorizar sobre a vida e os seus mistérios e proibiu a plula anticonceptiva.
Assistiu-se a uma desobediência massiva. Se tomar-mos, como exemplo o Brasil, um País eminentemente católico, embora pejado de seita religiosas, os números que encontarmos são os seguintes: 53% disponibilizam camisinha como método anticonceptivo;.
47%, pílula; 16%, DIU; 13,5%, métodos hormonais injetáveis; ...
Perder, entre 2000 e 2007, 100.000 praticantes é muito. Demasiado, se incorporarmos nesta migração para a indiferença ou para o agnosticiismo (já não falo no ressurgimento ateísta) aqueles que já eram pouco fieis - os "não praticantes".
Papas como Ratzinguer vão agravar a crise da Igreja que se instalou desde a Reforma.
No aspecto religioso ritual pouco importa. Mais missa menos missa o Mundo anda...
Importa antes, dada a actividade tentacular da Igreja na sociedade, quais os danos sociais.
Poderão ser significativos.
Embora a Igreja , como a portuguesa, inadaptada, tenha sido um obstáculo ao progresso social. Mas é, por inqualificável deficit do Estado, o mais importante actor nesta área (social).
Incongruências... O artigo de VPV no Público de hoje mostra, de algum modo, a grave crise da Igreja.
O problema resulta da lentidão das reformas, de uma crónica ausência de "aggiorgamento".
A juventude não é receptiva às doutrinas esclerosadas de Ratzinger, como já não foi aos lideres religiosos anteriores, por mais "populares" que tenham sido.
A Igreja terá percebido isso a partir da década de 60, quando, basaeada em "cientistas" do seu clã, se pos a teorizar sobre a vida e os seus mistérios e proibiu a plula anticonceptiva.
Assistiu-se a uma desobediência massiva. Se tomar-mos, como exemplo o Brasil, um País eminentemente católico, embora pejado de seita religiosas, os números que encontarmos são os seguintes: 53% disponibilizam camisinha como método anticonceptivo;.
47%, pílula; 16%, DIU; 13,5%, métodos hormonais injetáveis; ...
Perder, entre 2000 e 2007, 100.000 praticantes é muito. Demasiado, se incorporarmos nesta migração para a indiferença ou para o agnosticiismo (já não falo no ressurgimento ateísta) aqueles que já eram pouco fieis - os "não praticantes".
Papas como Ratzinguer vão agravar a crise da Igreja que se instalou desde a Reforma.
No aspecto religioso ritual pouco importa. Mais missa menos missa o Mundo anda...
Importa antes, dada a actividade tentacular da Igreja na sociedade, quais os danos sociais.
Poderão ser significativos.
Embora a Igreja , como a portuguesa, inadaptada, tenha sido um obstáculo ao progresso social.
É, por inqualificável deficit do Estado, o mais importante actor nesta área (social).
Incongruências...portuguesas.
http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=92468&mostra=2