Reflexões sobre um mundo doido

Quando se fala em recuperação económica, lembro-me de que Portugal teve 30 meses sucessivos de queda do produto.

Quando se fala da Crimeia, lembro-me do Kosovo.

Quando se fala do pouco estimável Putin, lamento que Iulia Timochenko tenha saído da prisão para defender a «eliminação dos russos» numa entrevista publicada na NET, o que levou Angela Merkel a dizer que Timochenko «ultrapassou uma linha vermelha».

Quando este Governo de Portas, Cavaco e Passos Coelho fala de um «Documento de Estratégia Orçamental» (DEO), já não tenho dúvidas de que os suplementos da função pública e os cortes das pensões passam a definitivos.

Comentários

Agostinho disse…
A pouca vergonha deles chega ao ponto de estudar respostas que sejam ambivalentes que confundem os incautos.
Esta história dos "impostos provisórios" passarem a definitivos é um exemplo de como o governo baralha, corta e distribui as cartas como lhe convém.Aliás para este governo não há o conceito de definitivo: tudo é provisório.
A informação só é notícia se for aprovada pelo filtro passista.O que não for homologado (mesmo que de fontes da nomenclatura) são "interpretações abusivas, especulação.
Informações em off: biquinho calado (senão há problema).

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