Estes estão à espera do acordo ortográfico para "SALVAR" tudo isto...
Sava-se que o dito acordo, aceita a alteraçao da pronúncia, mas tem regras quanto às alterações da grafia. Felizmente, políticos como Cavaco Silva escrevem pouco. Mas os jornalistas, principalmente os que trabalham na comunicação social escrita, vão ter de fazer um esforço... O uso, o significado, a criação ou eliminação de palavras, as regras de sintaxe, entre outras alterações, permanecem. Isto é, os "lapsus calami" não entram no acordo... Vamos ler...
O nosso Administrador é muito generoso ao falar em "lapsos". Não são lapsos, mas asneiras crassas de quem, tendo obrigação de saber, nada sabe da nossa própria língua. Com a agravante de que são pessoas lidas e ouvidas por muita gente, pelo que "desensinam" quem os ouve e lê. Ainda há pouco tempo mandei uma carta que veio publicada no Diário de Coimbra, verberando os "homens públicos" que dizem "duas gramas" e "de encontro a" em vez de "ao encontro de", que significa exactamente o contrário. Para estes casos é que devia haver uma ASAE, pois os efeitos desta asneiras são muito mais graves que os dos chouriços!
Coitado do PR, nem no recolhimento do seu lar consegue aprender alguma coisa. Também sua excelsa esposa disse, durante a inauguração de um centro de apoio a crianças doentes "devia de haver mais iniciativas como esta".
Quanto à SIC, é um terror. Desde o seqüestro às gramas, júniores, séniores, albaroamentos etc., é um nunca acabar. Isto para não falar nas peças em que os repórteres falam desde Paris.É o resultado do lixo que começou a invadir o ensino há já uns bons anos atrás. Se já agora reparo quando alguém fala ou escreve bem, pergunto-me como será daqui por 10 anos.
«Agora, com pena o digo, não tenho qualquer dúvida que [Marcelo Rebelo de Sousa] vai ficar na História como o pior presidente de todos». (Lida no blogue Causa Nossa, Vital Moreira)
Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
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Sava-se que o dito acordo, aceita a alteraçao da pronúncia, mas tem regras quanto às alterações da grafia.
Felizmente, políticos como Cavaco Silva escrevem pouco.
Mas os jornalistas, principalmente os que trabalham na comunicação social escrita, vão ter de fazer um esforço...
O uso, o significado, a criação ou eliminação de palavras, as regras de sintaxe, entre outras alterações, permanecem.
Isto é, os "lapsus calami" não entram no acordo...
Vamos ler...
Com a agravante de que são pessoas lidas e ouvidas por muita gente, pelo que "desensinam" quem os ouve e lê. Ainda há pouco tempo mandei uma carta que veio publicada no Diário de Coimbra, verberando os "homens públicos" que dizem "duas gramas" e "de encontro a" em vez de "ao encontro de", que significa exactamente o contrário.
Para estes casos é que devia haver uma ASAE, pois os efeitos desta asneiras são muito mais graves que os dos chouriços!
Disse o dito dirigindo-se aos alunos de uma escola secundária.
Quanto à SIC, é um terror. Desde o seqüestro às gramas, júniores, séniores, albaroamentos etc., é um nunca acabar. Isto para não falar nas peças em que os repórteres falam desde Paris.É o resultado do lixo que começou a invadir o ensino há já uns bons anos atrás. Se já agora reparo quando alguém fala ou escreve bem, pergunto-me como será daqui por 10 anos.