Vidas roubadas por freiras e médicos

Artigo do El país
Redes de adopções ilegais «exportavam» bebés para o estrangeiro.

Freiras e médicos entregaram recém-nascidos a casais dos EUA e da América Central.

As redes de adopções irregulares que operaram até 1987 actuavam sobretudo em Espanha, mas também o fizeram fora. Diversos testemunhos e investigações de EL PAÍS indicam que estendiam os seus tentáculos a outros países.

Os bebés compravam-se, vendiam-se… e exportavam-se. A investigação levada a cabo por EL PAÍS permitiu descobrir que a fama das freiras e médicos que integravam as quadrilhas de roubo, venda e adopções irregulares de crianças atraiu a Espanha casais de outros países (EUA, México, Guatemala, Venezuela…) que não podiam ter filhos. Assim o fizeram Roswitha Huber, natural de Hollabrunn (Áustria) y Roland Edward Ryder, de Seymore, Texas (EUA). O filho que recolheram na clínica San Ramón de Málaga, Randy, há 10 anos que procura a mãe biológica.

Continue e leia a sua história em El País

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