Cairo - luta entre democracia e teocracia


O Presidente do Egito, eleito democraticamente, Mohammed Morsi, recusa-se a anular um contestado projeto de Constituição ou a revogar os decretos que lhe garantiram poderes quase absolutos.

O líder dos Irmãos Muçulmanos imagina a Constituição à imagem do Corão e tem da democracia a visão islâmica.

Neste momento joga-se no Cairo o futuro da democracia nos países árabes, conforme a balança penda para a laicidade ou perpetue o fascismo islâmico que caracteriza o ocaso da civilização árabe.  

Comentários

Como já tenho dito, desde a "revolução" que depôs o Xá fiquei de pé atrás em relação a tudo o que acontece no mundo islâmico. Quase sempre andam de mal para pior. Nunca dei nada pelas decantadas "Primaveras árabes". Mas desta vez tenho uma esperançazita de que se trate de uma verdadeira "Primavera Egípcia". Vamos a ver...

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